Em 17 de setembro de 1944, cerca de 35 mil paraquedistas e soldados de planador americanos, britânicos e poloneses descem sobre os Países Baixos para tomar, de uma vez, as pontes de uma estrada de cerca de 100 km — de Eindhoven a Arnhem, sobre canais, o Maas, o Waal e o Reno. Por essa estrada, um corpo blindado britânico deveria chegar ao Reno em dois dias, quatro no máximo, e abrir caminho para a Alemanha.
Nove dias depois, os sobreviventes da divisão que esperava em Arnhem atravessam o rio de volta, à noite, em barcos. A pergunta desta página não é se o plano era ousado — era. É por que ele parou exatamente antes da última ponte, e por que a resposta que mais circula, a de que ninguém sabia dos tanques alemães, é a menos completa.
FichaFicha da batalha
| Objetivo | tomar com tropas aerotransportadas as pontes sobre seis cursos d'água entre a fronteira belgo-holandesa e Arnhem (Market) e fazer passar por elas o XXX Corpo britânico (Garden), atravessando o Reno inferior e contornando por cima a Linha Siegfried | 2+ fontes |
|---|---|---|
| Aliados — comando | Dwight Eisenhower; Bernard Montgomery (21º Grupo de Exércitos); Lewis Brereton (1º Exército Aerotransportado Aliado); Frederick Browning (I Corpo Aerotransportado); Brian Horrocks (XXX Corpo) | 2+ fontes |
| Aliados — forças | 101ª Aerotransportada americana (Maxwell Taylor), Son e Veghel; 82ª Aerotransportada (James Gavin), Grave, Nijmegen e as colinas de Groesbeek; 1ª Aerotransportada britânica (Roy Urquhart) e 1ª Brigada Paraquedista polonesa (Stanisław Sosabowski), Arnhem. Cerca de 35.000 aerotransportados; o XXX Corpo com a Divisão Blindada da Guarda à frenteO total aerotransportado aparece como mais de 34.600 ou entre 35.000 e 40.000. | 2+ fontes |
| Alemanha — comando | Gerd von Rundstedt (comandante no Oeste); Walter Model (Grupo de Exércitos B); Kurt Student (1º Exército Paraquedista); Wilhelm Bittrich (II Corpo Panzer SS) | 2+ fontes |
| Alemanha — forças | a 9ª e a 10ª Divisões Panzer SS, muito desfalcadas depois da Normandia, se refazendo ao norte e a leste de Arnhem; unidades de instrução, de reserva e de outras armas reunidas às pressas; o 1º Exército Paraquedista ao sulA força das duas divisões SS diverge: de 6.000–7.000 homens no total a mais de 13.000, com poucos tanques operacionais. | 2+ fontes |
| Terreno | uma única rodovia de duas pistas, em parte elevada sobre pôlder e várzea, com valas e diques dos lados; seis cursos d'água, dos quais o Waal em Nijmegen e o Reno em Arnhem não se transpunham com ponte improvisada | 2+ fontes |
| Prazo | chegar a Arnhem em 2 dias, 4 no máximo; a divisão de Arnhem deveria resistir até lá | 2+ fontes |
| Ponte de Arnhem | o 2º Batalhão Paraquedista de John Frost toma a cabeceira norte na noite de 17 de setembro e resiste até a madrugada de 21, o dobro do previstoO efetivo de Frost na ponte é de cerca de 740 homens, com brigada e engenheiros, numa conta; de cerca de 500, na história oficial americana. | 2+ fontes |
| Ponte de Nijmegen | tomada só na noite de 20 de setembro, depois da travessia do Waal pelo 504º Regimento Paraquedista americano em 26 barcos; os tanques da Guarda param do outro lado e só retomam o avanço cerca de 18 horas depois | 2+ fontes |
| Duração | 17 a 25 de setembro de 1944; a retirada da margem norte do Reno vai da noite de 25 à madrugada de 26 | 2+ fontes |
| Baixas aliadas | a fase aerotransportada custou cerca de 11.850 mortos, feridos e desaparecidos na conta da história oficial americana — 7.212 só na força britânica de Arnhem, 1.432 na 82ª, 2.110 na 101ª; o XXX Corpo, cerca de 1.480. O total da operação vai de 15.326 a 17.200 | diverge |
| Baixas alemãs | 3.300 na conta oficial alemã; de cerca de 6.300 a mais de 13.000 nas estimativas de historiadores | diverge |
| Prisioneiros | cerca de 6.400 britânicos e poloneses capturados em Arnhem, um terço deles feridosWikipédia em inglês, Operation Market Garden. | 1 fonte |
| Resultado | Eindhoven e Nijmegen libertadas e um saliente de cerca de 105 km aberto nas linhas alemãs; a travessia do Reno em Arnhem, o objetivo que dava sentido aos outros, fracassa | 2+ fontes |
| O depois | os Aliados só atravessam o Reno em março de 1945; Arnhem é libertada em 14 de abril de 1945. O porto de Antuérpia, capturado em 4 de setembro, só recebe navios no fim de novembro | 1 fonte |
Lance 1O plano: uma corrente de pontes, numa estrada só
Em setembro de 1944, depois da Normandia, os exércitos aliados tinham varrido os alemães de quase toda a França e da Bélgica, e o comando aliado achava que o exército alemão estava se desfazendo. Montgomery pedia uma estocada única, plena, através do Reno. Eisenhower aprovou em 10 de setembro uma versão dela, com prioridade limitada: Market Garden.
O desenho era simples de dizer. Três divisões aerotransportadas e uma brigada polonesa tomariam as pontes de uma estrada que ia da fronteira belga até Arnhem, cerca de 100 km ao norte: a 101ª americana em Son e Veghel, a 82ª em Grave e Nijmegen, a 1ª britânica, a mais distante, em Arnhem. Pela estrada, o XXX Corpo subiria em dois dias, quatro no máximo. O horário previa Eindhoven no fim da tarde do primeiro dia e Arnhem às 15:00 do terceiro.
No tabuleiro, isso é uma corrente em série. Cada ponte tinha de cair intacta, na ordem e no horário, porque todo o corpo blindado e o material de ponte vinham por uma rodovia de duas pistas, em parte elevada sobre o pôlder, com valas e diques dos lados. Não havia estrada paralela. Um atraso em qualquer elo se transmitia a todos os seguintes, e o último elo, Arnhem, ficava com a divisão que dependia de todos.
Lance 2A peça mais distante, entregue em prestações e longe do alvo
A primeira restrição era de meios. Os aviões disponíveis davam para cerca de 60% da força numa leva só, e as tropas foram entregues em três dias. A 1ª Divisão Aerotransportada pousou em 17 de setembro com metade do efetivo, e dessa metade só a 1ª Brigada Paraquedista pôde marchar sobre a ponte: o resto tinha de guardar as zonas de pouso para a leva do dia seguinte.
A segunda era de lugar. As zonas ficavam nas charnecas a oeste de Oosterbeek, de 8 a 13 km da ponte, conforme a fonte. Ao norte da cidade havia a antiaérea do aeródromo de Deelen; ao sul da ponte, o único terreno plano, o pôlder de Malburgsche, era pequeno para os planadores de uma brigada e ficava ao lado de uma bateria antiaérea. Depois da guerra o próprio Urquhart disse ao historiador oficial britânico que a aviação, com razão, não quis voar para a zona defendida. Martin Middlebrook chama a recusa de saltos noturnos, de duas levas no primeiro dia e de um golpe de mão na ponte de erros fundamentais; John Frost chamou a distância de obstáculo gritante.
No primeiro dia, duas das três colunas foram contidas por unidades alemãs improvisadas a oeste de Arnhem. Só o 2º Batalhão de Frost, pela estrada da margem do rio, chegou à ponte ao anoitecer e tomou a cabeceira norte. A ponte ferroviária de Oosterbeek foi explodida quando os britânicos chegaram a ela. E a 13 km de distância, os rádios entre a ponte e o quartel-general da divisão não alcançavam: o estudo de John Greenacre aponta a distância entre as unidades, maior que o alcance dos aparelhos, como a causa principal.
Lance 3O primeiro elo quebra em Son, o segundo trava em Nijmegen
Em 17 de setembro, a ponte de Son sobre o canal Wilhelmina foi explodida pelos alemães quando a 101ª chegava a ela. O XXX Corpo, que partira às 14:35 depois de uma barragem de artilharia, foi emboscado logo depois da fronteira e parou à noite em Valkenswaard, sem chegar a Eindhoven. Chegou na tarde de 18, um dia atrasado, e os engenheiros ergueram uma ponte Bailey em Son durante a noite.
Mais ao norte, a 82ª tomou Grave e uma ponte sobre o canal Maas-Waal, mas concentrou o esforço nas colinas de Groesbeek, para bloquear um ataque vindo da floresta do Reichswald, na Alemanha, e só mandou tropas contra a ponte de Nijmegen à noite. Browning concordou com essa prioridade. Quando o ataque veio, já chegavam unidades da 10ª Divisão Panzer SS, e a ponte ficou alemã. A história oficial americana conta quatro tentativas contra ela antes do sucesso.
Em 19 de setembro o XXX Corpo encontrou a 82ª em Grave e o atraso parecia recuperado. Mas a travessia de assalto que o plano previa para uma ponte não tomada dependia de barcos que vinham lá atrás, na mesma estrada. Eles chegaram na tarde de 20. Por volta das 15:00, o 3º Batalhão do 504º Regimento Paraquedista atravessou o Waal de dia, em 26 barcos de lona, sob fogo; metade dos barcos sobreviveu à primeira viagem. No começo da noite, tanques da Guarda cruzaram a ponte rodoviária. A ponte que devia cair no primeiro dia caiu no quarto.
Lance 4A noite de 20 de setembro: o lance mais discutido
Do outro lado do Waal, os tanques pararam. Retomaram o avanço cerca de 18 horas depois, ao meio-dia de 21, e logo esbarraram numa linha alemã em Ressen, a menos de 5 km ao norte. Em Arnhem, a 11 km dali, o grupo de Frost ainda resistia naquela noite.
É a cena que mais se repete como explicação, e merece ser pesada com cuidado. Contra a parada há o comandante da 10ª SS, Heinz Harmel, que décadas depois disse a Robert Kershaw que, se aqueles tanques tivessem seguido, teria acabado para os alemães. A favor dela há o escuro, só cinco tanques do outro lado, canhões anticarro escondidos, a cidade de Nijmegen ainda em combate atrás, e o que Harmel não sabia: três tanques Tiger e duas companhias de infantaria já desciam de Arnhem para a aldeia de Lent.
E há o relógio. A ponte de Arnhem caiu na madrugada de 21. Mesmo um avanço noturno teria de atravessar 11 km de estrada elevada sobre pôlder — o terreno que o comandante da Divisão Blindada da Guarda, ao vê-lo, descreveu como o mais impróprio para tanques que se podia imaginar. A parada de 20 de setembro foi o último atraso, não o decisivo. O decisivo veio antes, em Son e na ponte de Nijmegen.
Lance 5O que o adversário fez com o tempo que recebeu
A inteligência aliada sabia que havia blindados alemães em volta de Arnhem. O Ultra localizou a 9ª e a 10ª Divisões Panzer SS ali; o chefe do estado-maior de Eisenhower, Walter Bedell Smith, levou a preocupação a Montgomery em 15 de setembro e foi descartado. O oficial de inteligência de Browning, major Brian Urquhart, mostrou relatos da resistência holandesa e fotos aéreas, e foi mandado de licença por tensão nervosa e exaustão. Montgomery escreveu depois que os Aliados erraram ao supor que aquele corpo não podia lutar com eficácia.
Mas as duas divisões estavam desfalcadas e quase sem tanques, e nenhum tanque alemão combateu no primeiro dia. O que pesou foi outra coisa. O marechal de campo Walter Model, comandante do Grupo de Exércitos B, estava hospedado num hotel em Oosterbeek quando os britânicos pousaram a poucos quilômetros. Saiu às pressas, avaliou a situação e mandou para Arnhem todos os blindados que conseguiu, enquanto oficiais alemães transformavam sobras — escolas, batalhões de reserva, homens da aviação e da marinha — em unidades de combate em horas. John Hackett, comandante de brigada britânico, disse depois da guerra que um quartel-general alemão fazia de retardatários uma unidade coesa num tempo que os Aliados julgavam impossível.
O tempo fez o resto. A partir de 18 de setembro, sete de oito dias tiveram mau tempo: a segunda leva atrasou horas, a brigada polonesa chegou dois dias depois do previsto, e quase todo o reabastecimento lançado ao norte do Reno caiu em mãos alemãs. Num plano com folga, isso seria um contratempo. Num plano em série, cada hora perdida era cobrada na última ponte.
Lance 6Oosterbeek e a volta pelo rio
Sem conseguir chegar à ponte, a 1ª Divisão Aerotransportada se fechou num perímetro em Oosterbeek, com cerca de 3.600 homens, encostado no Reno. Os poloneses saltaram enfim em 21 de setembro, em Driel, na margem sul, e descobriram que a balsa não existia mais; as travessias noturnas improvisadas dos dias seguintes puseram poucas centenas de homens do outro lado. Em 24 de setembro, a tentativa de um batalhão britânico terminou com cerca de 200 de 315 homens capturados.
Na noite de 25 para 26, sob chuva, engenheiros britânicos e canadenses trouxeram de volta em pequenos barcos 2.398 homens: 1.741 da divisão, 422 pilotos de planador, 160 poloneses e 75 do batalhão de Dorset. Cerca de 300 ficaram na margem norte quando amanheceu. Das tropas que pousaram em Arnhem, 1.485 morreram e cerca de 6.400 foram feitos prisioneiros.
Depois da derrota, Montgomery e Browning culparam a brigada polonesa e Sosabowski foi afastado. Historiadores como Carlo D'Este tratam a acusação como bode expiatório, e os Países Baixos condecoraram a brigada em 2006. Montgomery, por sua vez, chamou Market Garden de 90% de sucesso. Chester Wilmot respondeu que a conta só fecha se o sucesso for medido pelo número de pontes tomadas.
VereditoPor que deu no que deu
Market Garden não falhou por um erro. Falhou porque era uma corrente de apostas em série — cada ponte intacta, na ordem, no horário, por uma estrada só — e porque a peça que dependia de todas, em Arnhem, foi entregue em três prestações, a quilômetros do alvo. Inteligência descartada, rádios fora de alcance, zonas de pouso distantes, a ponte de Nijmegen tomada no quarto dia e o mau tempo não são explicações rivais: são o mesmo defeito visto de lugares diferentes. Num plano em série, as falhas não se somam, se multiplicam.
Em termos de xadrez, é uma combinação de seis lances que só funciona se o adversário não responder a nenhum. O adversário respondeu no primeiro: explodiu a ponte de Son. Model, por acaso a poucos quilômetros das zonas de pouso, respondeu em todos os outros. A história oficial americana resume: pela lógica impiedosa da guerra, Market Garden foi um fracasso.
E a frase que deu nome à derrota talvez nunca tenha sido dita. "Uma ponte longe demais" aparece por escrito em 1958, nas memórias do general Urquhart, atribuída a Browning; o historiador Antony Beevor duvida que Browning a tenha dito. Ela também aponta para a ponte errada: a que travou o relógio foi Nijmegen.
MitosO que se conta e o que o registro mostra
- O que se conta
Browning avisou Montgomery que Arnhem era uma ponte longe demais.
O que o registro mostraA frase aparece por escrito em 1958, nas memórias do general Roy Urquhart, e foi popularizada pelo livro de Cornelius Ryan em 1974 e pelo filme de 1977. Antony Beevor contesta: Browning apoiava a operação, sobretudo depois de receber mais meios, e não parece ter encontrado Montgomery naquele dia.
- O que se conta
A operação fracassou porque ninguém sabia que havia divisões blindadas da SS em Arnhem.
O que o registro mostraSabia-se. O Ultra localizou a 9ª e a 10ª Divisões Panzer SS; Bedell Smith alertou Montgomery em 15 de setembro, e o major Brian Urquhart alertou Browning. O alerta foi descartado. Mas as duas divisões estavam desfalcadas e quase sem tanques: o que pesou foi a reação rápida de Model e a capacidade alemã de improvisar unidades com sobras.
- O que se conta
Os rádios britânicos falharam porque vieram com os cristais errados.
O que o registro mostraO estudo do major John Greenacre aponta como causa principal a distância entre as unidades, maior que o alcance dos aparelhos. Os cristais errados atingiram dois aparelhos, os da equipe americana de apoio aéreo.
- O que se conta
O XXX Corpo parou em Nijmegen e deixou os paraquedistas de Arnhem morrerem.
O que o registro mostraA parada da noite de 20 de setembro aconteceu e durou cerca de 18 horas, com só cinco tanques do outro lado do Waal, anticarro escondido e três Tiger descendo de Arnhem. A ponte de Arnhem caiu na madrugada seguinte. Os atrasos decisivos vieram antes: a ponte de Son, explodida em 17 de setembro, e a ponte de Nijmegen, que devia cair no primeiro dia e caiu no quarto.
PerguntasPerguntas frequentes
O que foi a Operação Market Garden?
Foi a operação aliada de 17 a 25 de setembro de 1944 nos Países Baixos: cerca de 35 mil aerotransportados tomariam as pontes de uma estrada de cerca de 100 km, de Eindhoven a Arnhem, para um corpo blindado britânico chegar ao Reno em 2 dias, 4 no máximo.
A Operação Market Garden foi um fracasso?
Sim, no objetivo que dava sentido aos outros: a travessia do Reno em Arnhem falhou. Eindhoven e Nijmegen foram libertadas e abriu-se um saliente de cerca de 105 km, e Montgomery falou em 90% de sucesso, mas a história oficial americana a resume como fracasso.
Por que a Operação Market Garden deu errado?
Era uma corrente de pontes em série numa estrada só, e cada atraso passava para a ponte seguinte. A ponte de Son foi explodida no primeiro dia, a de Nijmegen só caiu no quarto, e a divisão de Arnhem foi entregue em três dias, a quilômetros do alvo, diante da reação rápida de Model e do mau tempo.
Quantos soldados morreram na Operação Market Garden?
Das tropas que pousaram em Arnhem, 1.485 morreram e cerca de 6.400 foram feitos prisioneiros. As baixas aliadas da operação inteira vão de 15.326 a 17.200, conforme a fonte; as alemãs, de 3.300 na conta oficial alemã a mais de 13.000 nas estimativas de historiadores.
Quem disse “uma ponte longe demais”?
A frase é atribuída ao general Frederick Browning e aparece por escrito em 1958, nas memórias do general Roy Urquhart. O historiador Antony Beevor duvida que Browning a tenha dito, porque ele apoiava a operação.
Episódio em produção
MaisLeia também
FontesFontes
- Charles B. MacDonald, The Siegfried Line Campaign, U.S. Army in World War II, Center of Military History, 1963, capítulos VII e VIII. — ibiblio.org
- National Army Museum, "Operation Market Garden". — nam.ac.uk
- John Greenacre, "Assessing the Reasons for Failure: 1st British Airborne Division Signal Communications during Operation 'Market Garden'", Defence Studies, 2004. — tandfonline.com
- Antony Beevor, Arnhem: The Battle for the Bridges, 1944 (citado pela Wikipédia em inglês).
- Pegasus Archive, "Lieutenant-General Frederick Browning". — pegasusarchive.org
- Warfare History Network, "Operation Market Garden: Montgomery's Bridge Too Far". — warfarehistorynetwork.com
- Battle of Arnhem — "The closing balance" e "Why didn't the British radios work?". — battle-of-arnhem.com
- Operation Market Garden — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Battle of Arnhem — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Operation Berlin (Arnhem) — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
Imagens
- Fig. 01 — A ponte rodoviária de Arnhem fotografada do ar em 19 de setembro de 1944, com blindados alemães destruídos na cabeceira norte, a que o batalhão de John Frost segurou da noite de 17 à madrugada de 21.: Fotógrafo não identificado · Imperial War Museums, MH 2061 · Domínio público
- Fig. 02 — Arnhem e o Reno inferior na carta do Army Map Service, Holland 1:25.000, folha Arnhem, 1ª edição de 1944. As zonas de pouso britânicas ficavam nas matas e charnecas a oeste de Oosterbeek, a ponte na cidade, à direita; ao sul, o pôlder entre o Reno e Elst, por onde os tanques teriam de subir.: U.S. Army Map Service · Library of Congress, Geography and Map Division · Domínio público
- Fig. 03 — Aviões de transporte e paraquedas sobre os Países Baixos em 17 de setembro de 1944, o primeiro dia. Os aviões disponíveis davam para cerca de 60% da força numa leva só, e a entrega levou três dias.: U.S. Army Air Forces · National Archives and Records Administration, NARA 531308 · Domínio público
- Fig. 04 — Tanques do XXX Corpo britânico cruzam a ponte rodoviária de Nijmegen sobre o Waal, em setembro de 1944. A ponte que o plano previa para o primeiro dia foi tomada na noite de 20 de setembro.: Fotógrafo não identificado · Imperial War Museums, EA 44531 · Domínio público
- Fig. 05 — Paraquedistas britânicos numa casa destruída em Oosterbeek, em 23 de setembro de 1944, depois de recuarem de Arnhem para o perímetro encostado no Reno.: Sargento D. M. Smith, Army Film and Photographic Unit · Imperial War Museums, BU 1121 · Domínio público
