Na noite de 23 de outubro de 1942, às 21:40, cerca de 900 canhões britânicos abrem fogo ao longo da linha de El Alamein, no Egito. Do outro lado estão cerca de meio milhão de minas, um exército teuto-italiano com combustível para poucos dias — e, no comando, um general interino: Erwin Rommel estava em licença médica na Alemanha. Doze dias depois o Eixo recua; até 11 de novembro, terá deixado para trás cerca de 30 mil prisioneiros.
A explicação de manual é que Montgomery venceu Rommel. Mas a partida tinha começado meses antes: num gargalo de pouco mais de 60 km entre o mar e uma depressão intransitável, onde a manobra pelo flanco — a arma de Rommel — não existia; e no Mediterrâneo, onde os navios que levavam a gasolina dele eram afundados. A pergunta desta página é o que pesou mais: o general ou o tabuleiro.
FichaFicha da batalha
| 8º Exército — forças | cerca de 195.000 homens, mais de 1.000 tanques (entre eles os primeiros Shermans americanos), cerca de 900 canhões de campanha e médios e cerca de 1.450 antitanquesAs contagens de homens vão de mais de 190.000 (National Army Museum) a 220.000 (Australian War Memorial); 195.000 e 1.029 tanques são os números da história oficial britânica. | diverge |
|---|---|---|
| Eixo — forças | o Exército Blindado Teuto-Italiano: cerca de 116.000 homens, cerca de 550 tanques (perto da metade italianos, na maioria M13/40 obsoletos) e cerca de 500 canhõesOs homens aparecem como 104.000 (Oxford Companion), 108.000 (Australian War Memorial) ou 116.000 (National Army Museum); os tanques entre 489 e 550. A proporção de cerca de 2 para 1 vale em todas as contagens. | diverge |
| Comando aliado | general Harold Alexander (Oriente Médio); tenente-general Bernard Montgomery (8º Exército, desde 13 de agosto de 1942); corpos XXX (Oliver Leese), XIII (Brian Horrocks) e X (Herbert Lumsden) | 2+ fontes |
| Comando do Eixo | marechal Erwin Rommel, em licença médica desde 23 de setembro e de volta só na noite de 25 de outubro; no início, o general Georg Stumme, morto de ataque cardíaco na manhã de 24 de outubro; entre os dois, Wilhelm von Thoma, capturado em 4 de novembro | 2+ fontes |
| Terreno | linha de cerca de 65 km entre o Mediterrâneo e a depressão de Qattara, intransitável para blindados: todo ataque tinha de ser frontal. Cristas baixas decisivas: Ruweisat, Tel el Eisa, Alam Halfa, Kidney e Tel el AqqaqirUma fonte dá 30 milhas (cerca de 48 km) para a extensão da linha. | 2+ fontes |
| Defesa | cerca de 500.000 minas, sobretudo antitanque, em dois cinturões a vários quilômetros um do outro, muitas delas britânicas capturadas em Tobruk | 2+ fontes |
| Objetivo britânico | destruir o exército do Eixo no Egito e afastar de vez a ameaça a Alexandria e ao Canal de Suez | 2+ fontes |
| Antecedentes | primeira batalha de El Alamein, 1 a 27 de julho de 1942, em que Claude Auchinleck, no comando pessoal do 8º Exército, para o avanço de Rommel; Alam Halfa, 30 de agosto a 5 de setembro, última ofensiva de Rommel no Egito | 2+ fontes |
| Duração | 23 de outubro a 4 de novembro de 1942 (a batalha); perseguição até 11 de novembro | 2+ fontes |
| Operações | Lightfoot, a entrada, a partir das 21:40 de 23 de outubro; Supercharge, a ruptura, na noite de 1º para 2 de novembro; antes, o engano Bertram, com depósitos e tanques falsos | 2+ fontes |
| Baixas aliadas | 13.560: 2.350 mortos, 8.950 feridos e 2.260 desaparecidos; 22% delas australianasTanques aliados perdidos: de mais de 330 a 500, conforme a fonte, muitos recuperados depois. | 2+ fontes |
| Baixas do Eixo | as contagens vão de cerca de 30 mil a 90 mil, conforme quem conta e o que conta; os números britânicos baseados em interceptação, citados pelo historiador Niall Barr, somam 2.120 mortos, 4.819 feridos e 23.602 capturados, alemães e italianosO Australian War Memorial dá cerca de 60.000 em um texto e 90.000 em outro. | diverge |
| Prisioneiros | cerca de 30.000 até 11 de novembro, a maioria da infantaria italiana — 7.802 alemães e 22.071 italianos, segundo uma contagemA divisão por nacionalidade é de uma fonte só. | 2+ fontes |
| Resultado | vitória britânica decisiva: o Eixo recua do Egito e não volta a ameaçar Suez | 2+ fontes |
| O depois | 8 de novembro: desembarque anglo-americano no Marrocos e na Argélia (Operação Torch). 10 de novembro: Churchill, em Londres, fala no "fim do começo" | 2+ fontes |
Lance 1O tabuleiro de julho: a linha que não tem flanco
Em 21 de junho de 1942 Rommel toma Tobruk, na Líbia, e decide perseguir o 8º Exército britânico até o Egito. O avanço que ele defendeu leva o comando do Eixo a adiar a invasão de Malta, prevista para julho — a ilha de onde aviões e submarinos britânicos atacavam os comboios para a África. A aviação que devia cobrir a invasão passa a apoiar a perseguição.
A perseguição para em El Alamein, uma estação de trem a cerca de 106 km de Alexandria. Ali o deserto se estreita: pouco mais de 60 km separam o mar da depressão de Qattara, intransitável para blindados. Em todas as vitórias anteriores Rommel tinha contornado o adversário pelo sul, pelo deserto aberto. Em El Alamein não existe sul.
Quem escolhe parar ali é o general Claude Auchinleck, comandante-em-chefe do Oriente Médio, que assume pessoalmente o 8º Exército. Na primeira batalha de El Alamein, de 1 a 27 de julho de 1942, ele segura a crista de Ruweisat no centro e contra-ataca. Em 4 de julho Rommel conclui que precisa passar à defensiva. O avanço do Eixo rumo a Suez acaba ali — mas Churchill queria uma vitória, e em 8 de agosto decide trocar o comando. O escolhido, William Gott, morre no dia 7, quando seu avião é abatido; Bernard Montgomery assume o 8º Exército em 13 de agosto.
Lance 2A peça que faltava: combustível
O problema de Rommel não estava na linha, estava atrás dela. Segundo o historiador Martin van Creveld, parte dos suprimentos desembarcava em Trípoli e andava cerca de 1.400 milhas por terra até a frente. Tobruk era pequeno e exposto a ataque aéreo; os navios italianos preferiam portos mais seguros e mais distantes. Em janeiro de 1942 Rommel tinha pedido 8.000 caminhões e não recebeu. Para Van Creveld, avançar além de Tobruk, sem porto grande no caminho, era um desastre logístico anunciado.
E o que vinha pelo mar era afundado. No fim de agosto, antes da ofensiva de Rommel em Alam Halfa, mais da metade do combustível prometido não tinha chegado. A inteligência britânica — o Ultra, as decifrações das comunicações do Eixo — identificava os navios de suprimento, suas rotas e cargas. Ao mesmo tempo, Rommel perdia a própria fonte: os relatórios do adido militar americano no Cairo, que os alemães liam, mudaram de código em 29 de junho, e sua companhia de escuta de rádio foi desmontada pela 9ª Divisão Australiana em Tel el Eisa, em 10 de julho.
Em Alam Halfa, de 30 de agosto a 5 de setembro, Rommel tenta pela última vez contornar a linha pelo sul. Montgomery espera nas cristas, com os blindados na defensiva, e a ofensiva se esgota. Quanto do plano de defesa Montgomery herdou de Auchinleck é debate entre historiadores; o resultado não é: foi a última vez que o Eixo atacou no Egito.
Lance 3Outubro: o dobro das peças e meio milhão de minas
Em outubro o 8º Exército tem cerca de 2 para 1 em homens e em tanques — mais de mil tanques contra cerca de 550, perto da metade deles italianos e obsoletos. Entre os britânicos estão os primeiros Shermans americanos, mandados depois da queda de Tobruk. Os números absolutos variam muito conforme a fonte; a proporção, não.
Rommel responde com a única arma que um exército sem combustível para manobrar consegue construir: cerca de meio milhão de minas, em dois cinturões, que os soldados do Eixo chamavam de jardins do diabo. Atrás delas, as divisões alemãs e italianas intercaladas. Rommel está doente: sai de licença em 23 de setembro e deixa o general Georg Stumme no comando.
Montgomery não tenta manobra. Em 6 de outubro reescreve o plano: em vez de ir primeiro contra os blindados, a infantaria vai abrir corredores nos campos de minas, à noite, e "comer" a infantaria que segura a linha, obrigando os blindados do Eixo a contra-atacar onde ele escolher. Antes, a Operação Bertram espalha depósitos e tanques falsos no sul e disfarça os verdadeiros de caminhões no norte. Rommel, sem saber onde viria o golpe, divide os blindados em dois grupos.
Lance 4Lightfoot: a entrada que emperrou
Às 21:40 de 23 de outubro começa a barragem de cerca de 900 canhões, e quatro divisões de infantaria do XXX Corpo avançam numa frente de cerca de 26 km. Na manhã seguinte, segundo a história oficial da inteligência britânica, só cerca de metade da infantaria tinha alcançado os objetivos, e nenhum tanque tinha atravessado os campos de minas.
No lado do Eixo, a peça mais famosa não está no tabuleiro. Stumme morre de ataque cardíaco na manhã de 24 de outubro, ao ir à frente e ter o carro atingido; Wilhelm von Thoma assume. Rommel volta da Alemanha na noite de 25.
O que ele encontra é um saliente britânico ao norte e um exército que não pode sair do lugar. Em 25 de outubro, segundo a mesma história oficial, o Eixo tinha combustível para três dias. Em 26 de outubro um torpedeiro britânico afunda perto de Tobruk o petroleiro Proserpina, com 4.500 toneladas de combustível; outros navios de combustível vão ao fundo nos dias seguintes. Sem gasolina para recuar nem para manobrar, Rommel faz o que o plano de Montgomery queria: contra-ataca o saliente, de 26 a 28 de outubro, e gasta os blindados contra antitanques entrincheirados.
Lance 5Desgaste: a semana em que ninguém rompeu
Entre 24 e 29 de outubro a batalha é de atrito. Em Outpost Snipe, em 27 de outubro, um batalhão britânico de antitanques detém um contra-ataque blindado. Ao norte, a 9ª Divisão Australiana empurra em direção ao mar e puxa as reservas do Eixo para lá. Em 28 de outubro, pela conta da inteligência britânica, Rommel tinha 81 tanques alemães e 197 italianos em condições.
Em Londres a paciência acaba antes. Segundo um biógrafo, Churchill pergunta em 26 de outubro se é mesmo impossível achar um general que vença uma batalha. O plano mestre que Montgomery depois descreveria não existiu como linha reta: a ruptura teve de ser preparada no meio da batalha, ao sul do saliente australiano, onde o Eixo tinha tirado reservas.
Lance 6Supercharge e a ordem de Hitler
A Operação Supercharge, adiada 24 horas, começa na noite de 1º para 2 de novembro. A 9ª Brigada Blindada ataca de madrugada a linha de canhões antitanque em Tel el Aqqaqir e abre a brecha à custa da maior parte dos seus tanques. Na noite de 2 de novembro Rommel decide recuar.
Em 3 de novembro chega a ordem de Hitler: resistir até o fim, "vitória ou morte". Naquele dia, segundo uma contagem, restavam 35 tanques alemães em condições. Rommel obedece por um dia; em 4 de novembro, com a linha rompida, ordena a retirada, e Hitler a autoriza. Thoma é capturado no mesmo dia.
Rommel atribuiria à ordem 24 horas a mais de combate e a perda de boa parte da infantaria. Quem paga é sobretudo a infantaria italiana, sem caminhões para fugir: até 11 de novembro o Eixo deixa cerca de 30 mil prisioneiros. Em 8 de novembro, tropas americanas e britânicas desembarcam no Marrocos e na Argélia, atrás de Rommel.
VereditoPor que deu no que deu
Rommel não perdeu El Alamein num lance; chegou lá já perdendo. O tabuleiro de 1942 tirou dele as duas coisas que faziam a manobra funcionar: o flanco aberto, que o gargalo entre o mar e Qattara eliminou, e o combustível, que a distância dos portos, a falta de caminhões e os navios afundados com a ajuda do Ultra estrangularam. Parte disso foi escolha dele: o avanço até o Egito, sem porto para sustentá-lo, foi o que adiou a invasão de Malta.
Montgomery não venceu por genialidade de manobra, e não venceu sozinho. A linha e a parada são de Auchinleck, em julho; a vantagem de 2 para 1 veio de fábricas e comboios. O mérito dele foi jogar a partida que esse tabuleiro pedia — atrito frontal, com engano para esconder onde — e aceitar o preço: 13.560 baixas em doze dias e uma semana de impasse antes da ruptura.
A ausência de Rommel no primeiro dia, a morte de Stumme e a ordem de Hitler pesaram no custo da derrota, não no resultado. Um exército que não tem gasolina para recuar só pode lutar onde está, e acaba se rendendo a pé.
MitosO que se conta e o que o registro mostra
- O que se conta
Rommel era um gênio invencível, derrotado só pela superioridade numérica.
O que o registro mostraA habilidade tática dele é reconhecida, mas o avanço até El Alamein foi escolha dele, contra os avisos de que não havia porto nem caminhões para sustentá-lo, e esse avanço adiou a invasão de Malta. A fama também foi fabricada: Goebbels anotou em novembro de 1941 a "necessidade urgente" de fazer de Rommel um herói popular. E, quando a batalha decisiva começou, ele estava em licença médica na Alemanha; só voltou na noite de 25 de outubro.
- O que se conta
Montgomery venceu El Alamein sozinho; a história começa quando ele chega.
O que o registro mostraQuem parou Rommel em El Alamein foi Claude Auchinleck, na primeira batalha, de 1 a 27 de julho de 1942. Montgomery assumiu em 13 de agosto, porque o escolhido, William Gott, morreu em 7 de agosto. Quanto ele herdou dos planos de Auchinleck para Alam Halfa é debate entre historiadores. O mérito próprio existe — o plano de desgaste, o engano Bertram, a recusa em atacar antes de ter a superioridade —, mas a linha e a parada são de julho.
- O que se conta
A batalha seguiu à risca o plano mestre de Montgomery.
O que o registro mostraNa manhã de 24 de outubro só cerca de metade da infantaria tinha chegado aos objetivos e nenhum tanque havia atravessado os campos de minas. O ataque emperrou até o fim de outubro, e a operação de ruptura foi preparada no meio da batalha e adiada 24 horas. Funcionou, mas corrigida no caminho.
- O que se conta
Antes de Alamein nunca tivemos uma vitória; depois, nunca uma derrota.
O que o registro mostraA frase é de Churchill, escrita nas memórias depois da guerra, e ele mesmo a introduz com um "quase se pode dizer". Antes houve vitórias britânicas no deserto: a Operação Compass, entre dezembro de 1940 e fevereiro de 1941, destruiu o 10º Exército italiano, e a Operação Crusader, no fim de 1941, obrigou Rommel a recuar.
- O que se conta
Com o dobro de tudo, foi uma vitória barata.
O que o registro mostraO 8º Exército teve 13.560 baixas em doze dias: 2.350 mortos, 8.950 feridos e 2.260 desaparecidos. A 9ª Brigada Blindada perdeu a maior parte dos tanques numa única manhã em Tel el Aqqaqir. A superioridade decidiu quem venceria, não o preço.
PerguntasPerguntas frequentes
Quem venceu a Batalha de El Alamein?
Venceu o 8º Exército britânico, de Montgomery, numa vitória decisiva: o Eixo recuou do Egito e não voltou a ameaçar Suez. Até 11 de novembro de 1942 deixou para trás cerca de 30 mil prisioneiros, a maioria infantaria italiana sem caminhões.
Por que Rommel perdeu a Batalha de El Alamein?
Porque chegou lá já perdendo. O gargalo de cerca de 65 km entre o mar e a depressão de Qattara tirou dele o flanco aberto, e a falta de combustível, com navios afundados com a ajuda do Ultra, tirou a manobra. Quando a batalha começou, ele ainda estava em licença médica na Alemanha.
Quando foi a Batalha de El Alamein?
A segunda batalha de El Alamein foi de 23 de outubro a 4 de novembro de 1942, com perseguição até 11 de novembro. Antes houve a primeira, de 1 a 27 de julho de 1942, em que Auchinleck parou o avanço de Rommel.
Quantos soldados morreram na Batalha de El Alamein?
O 8º Exército teve 13.560 baixas: 2.350 mortos, 8.950 feridos e 2.260 desaparecidos. Do lado do Eixo as fontes divergem: as contagens vão de cerca de 30 mil a 90 mil, conforme quem conta e o que conta.
Quem comandou a Batalha de El Alamein?
Do lado britânico, o tenente-general Bernard Montgomery, no 8º Exército desde 13 de agosto de 1942. Do lado do Eixo, Rommel estava em licença: o general Georg Stumme começou no comando e morreu na manhã de 24 de outubro, e Rommel só voltou na noite de 25.
Episódio em produção
MaisLeia também
FontesFontes
- Australian War Memorial, El Alamein 80 years on. — awm.gov.au
- Australian War Memorial, Battles of El Alamein. — awm.gov.au
- National Army Museum (Londres), Second Battle of El Alamein. — nam.ac.uk
- Ed Lengel, "Forgotten Fights: Stopping Rommel at Ruweisat Ridge, July 1942", The National WWII Museum. — nationalww2museum.org
- Antulio J. Echevarria II, "El Alamein, 1942: Rommel's Anti-Climax", Military Strategy Magazine. — militarystrategymagazine.com
- J. Rickard, "Second battle of El Alamein, 23 October–4 November 1942", History of War, 2017. — historyofwar.org
- Martin van Creveld, Supplying War: Logistics from Wallenstein to Patton, 1977, cap. 6 (resumo de estudo de C. Palmer). — supplyingwar.com
- I. S. O. Playfair et al., The Mediterranean and Middle East, vol. IV, HMSO, 1966; F. H. Hinsley, British Intelligence in the Second World War, vol. 2, 1981; Niall Barr, Pendulum of War, 2004.
- World History Encyclopedia, Second Battle of El Alamein. — worldhistory.org
- HistoryNet, "Silent Sentries" e "Intercepted Communications for Field Marshal Erwin Rommel". — historynet.com
- Canadian Letters and Images Project, Sinking of the Proserpina: 26 Oct 1942. — lermuseum.org
- Wikipédia em inglês, Second Battle of El Alamein e First Battle of El Alamein (ponto de partida). — en.wikipedia.org
Imagens
- Fig. 01 — Um caminhão britânico leva infantaria através de campos minados e arame em El Alamein, em outubro de 1942, e uma mina explode ao lado. O Eixo tinha cerca de meio milhão de minas na linha, nos campos que seus soldados chamavam de jardins do diabo.: Sgt. J. Mapham, No 1 Army Film & Photographic Unit · Imperial War Museums, E 18542 · Domínio público
- Fig. 02 — O tabuleiro da logística: de Trípoli e Bengasi até El Alamein, centenas de quilômetros de costa, com Malta no meio da rota dos comboios do Eixo. A área pontilhada ao sul de El Alamein é a depressão de Qattara. Mapa do atlas histórico da Academia Militar dos EUA, feito depois da guerra.: Departamento de História da Academia Militar dos Estados Unidos (West Point) · Domínio público
- Fig. 03 — A barragem que abriu a segunda batalha de El Alamein, na noite de 23 de outubro de 1942: viaturas e ambulâncias à espera de avançar, recortadas contra o clarão de cerca de 900 canhões.: Sgt. Gladstone, No 1 Army Film & Photographic Unit · Imperial War Museums, E 18465 · Domínio público
- Fig. 04 — Tanques britânicos seguem para o combate depois que a infantaria abriu corredores nos campos de minas, em El Alamein, outubro de 1942. A ordem — infantaria primeiro, blindados depois — era o centro do plano de Montgomery.: Sgt. Gladstone, No 1 Army Film & Photographic Unit · Imperial War Museums, E 18481 · Domínio público
- Fig. 05 — Montgomery na torre do seu tanque de comando, um Grant, em 5 de novembro de 1942, no dia seguinte à ruptura, acompanhando o início da retirada do Eixo.: Capt. G. Keating, No 1 Army Film & Photographic Unit · Imperial War Museums, E 18980 · Domínio público
- Fig. 06 — Prisioneiros italianos capturados na área de El Alamein entram no cercado atrás do guarda, em 1942. A infantaria italiana, sem caminhões para recuar, foi a maior parte dos cerca de 30 mil prisioneiros da segunda batalha.: Foto oficial britânica (BO-BM-16010), distribuída pelo Office of War Information dos EUA · Library of Congress · Domínio público
