Em novembro de 1942 o 6º Exército alemão está no Volga, dono de quase toda Stalingrado, no sul da Rússia. Atrás dele, ao longo do Don, a linha que protege seus flancos está entregue a exércitos romenos mal armados. Em 19 e 20 de novembro o Exército Vermelho rompe essa linha ao norte e ao sul, e em 23 de novembro as duas pontas se encontram perto de Kalach. Quem cercava a cidade está cercado.
Ser cercado não condenava um exército em 1942: os dois lados já tinham rompido cercos antes. Esta página segue a partida para entender como o anel virou armadilha — o tabuleiro esticado pelo próprio comando alemão, o golpe soviético nos pontos fracos, a promessa de abastecer pelo ar um exército inteiro, a tentativa de socorro que parou a cerca de 48 km e a ordem de não romper.
FichaFicha da batalha
| O plano | o Caso Azul começa em 28 de junho de 1942 com o Cáucaso e o petróleo como objetivo principal. A Diretiva nº 45, de 23 de julho, divide o Grupo de Exércitos Sul: o A vai ao Cáucaso, o B ao Volga e a Stalingrado, ao mesmo tempo | 2+ fontes |
|---|---|---|
| Alemanha e Eixo — comando | Friedrich Paulus (6º Exército), Hermann Hoth (4º Exército Panzer), Maximilian von Weichs (Grupo de Exércitos B), Erich von Manstein (Grupo de Exércitos Don, a partir de 26 de novembro); Petre Dumitrescu (3º Exército romeno); Adolf Hitler | 2+ fontes |
| URSS — comando | Andrei Yeryomenko (Frente de Stalingrado), Vasily Chuikov (62º Exército, na cidade), Konstantin Rokossovsky (Frente do Don), Nikolai Vatutin (Frente Sudoeste); Georgy Jukov e Aleksandr Vasilevski no planejamento da contraofensiva | 2+ fontes |
| Terreno | a estepe entre o Don e o Volga, a cerca de 65 km um do outro perto da cidade; Stalingrado se estende por cerca de 40 km ao longo da margem oeste do Volga, com 6 a 8 km de larguraWikipédia em inglês (distância Don–Volga) e em alemão (dimensões da cidade). | 1 fonte |
| Os flancos | 3º Exército romeno a noroeste, na linha do Don; 4º Exército romeno ao sul da cidade; mais acima no Don, o 8º Exército italiano e o 2º húngaro. Atrás dos romenos, uma reserva alemã de menos de 100 tanques modernos | 2+ fontes |
| Operação Urano | 19 de novembro ao norte, 20 de novembro ao sul; o anel se fecha em 23 de novembro perto de Kalach e Sovetsky. Mais de um milhão de soldados soviéticos empenhados | 2+ fontes |
| Cercados | entre 250.000 e 300.000 homens do Eixo nas contas mais citadas; cerca de 330.000 com 40.000 a 65.000 auxiliares soviéticos, em outra; 195.000 alemães, na de Rolf-Dieter MüllerA diferença é de base: só alemães ou todo o Eixo, com ou sem auxiliares e pessoal de apoio. | diverge |
| A decisão de ficar | Hitler ordena em 24 de novembro que o 6º Exército fique onde está, depois de Jeschonnek (20 de novembro) e Göring (22 de novembro) garantirem o abastecimento pelo ar. No mesmo dia Manstein manda uma avaliação que não pede a ruptura imediata | 2+ fontes |
| Ponte aérea | mínimo calculado de 300 t por dia, ou 500 t por dia de voo; o melhor dia foi 289 t, em 19 de dezembro; a média ficou entre 94 e 117 t. A Luftwaffe perdeu 488 aviõesAs médias variam com o período contado: 94 t de 25 de novembro a 2 de fevereiro; 117 t em 71 dias. | diverge |
| Tempestade de Inverno | o LVII Corpo Panzer parte de Kotelnikovo em 12 de dezembro e chega a cerca de 48 km do bolsão em 19 de dezembro; a ordem de ruptura do 6º Exército nunca é dada; o socorro recua em 23 e 24 de dezembro | 2+ fontes |
| O fim | a Operação Anel começa em 10 de janeiro de 1943; Paulus, promovido a marechal de campo em 30 de janeiro, é capturado em 31; o bolsão norte, de Karl Strecker, se rende em 2 de fevereiro | 2+ fontes |
| Baixas soviéticas | 1.129.619 na conta oficial de Krivosheev: 478.741 perdas irrecuperáveis (mortos, desaparecidos e capturados) e 650.878 feridos e doentes. Uma revisão de Pereslegin chega a 1.347.214 | 2+ fontes |
| Baixas do Eixo | de 800.000 a 1,5 milhão, conforme a fonte e a área contada; só o 6º Exército registrou 282.606 de 21 de agosto ao fimA cifra de 1,5 milhão, da história soviética oficial, é citada como superestimativa. | diverge |
| Civis | 42.754 mortos em dados incompletos do arquivo do partido de Volgogrado; 235.232 na pesquisa de Tatyana Pavlova | diverge |
| Prisioneiros | cerca de 91.000 na rendição; entre 5.000 e 6.000 voltaram, os últimos em 1955–1956Contando toda a batalha, Müller fala em 110.000 prisioneiros. | 2+ fontes |
| O depois | o Grupo de Exércitos A recebe ordem de recuar do Cáucaso no fim de dezembro de 1942; em janeiro de 1943, nova ofensiva soviética no Don destrói o 2º Exército húngaro e o que restava do 8º italianoWikipédia em inglês, Battle of Stalingrad e Case Blue. | 1 fonte |
Lance 1O tabuleiro esticado: dois objetivos ao mesmo tempo
O Caso Azul, a ofensiva alemã de verão de 1942 no sul da União Soviética, começa em 28 de junho com um objetivo principal: o Cáucaso e o seu petróleo. Stalingrado, no Volga, entrava como objetivo operacional — tomar a cidade ou pô-la sob fogo pesado para cortar o rio e proteger o flanco do avanço ao sul.
Em 23 de julho, achando o Exército Vermelho batido, Hitler muda o plano na Diretiva nº 45. O Grupo de Exércitos Sul é dividido em dois: o Grupo A segue para o Cáucaso, o Grupo B para o Volga e Stalingrado, e os dois objetivos têm de ser cumpridos ao mesmo tempo, não um depois do outro. A história oficial do Exército americano, de Earl Ziemke e Magna Bauer, descreve o resultado como duas campanhas separadas, em direções em ângulo reto, cada uma tendo de se sustentar sozinha.
Os dois grupos se afastam um do outro. O 4º Exército Panzer é mandado para o sul em julho, congestiona as estradas e volta para Stalingrado cerca de duas semanas depois. Quanto mais o 6º Exército avança para o leste, mais longa fica a linha do Don atrás dele — e alguém precisa guardá-la.
Lance 2A cidade que engoliu o atacante
O primeiro choque com a Frente de Stalingrado acontece em 17 de julho, na curva do Don. Em 28 de julho Stalin assina a Ordem nº 227, "Nem um passo atrás", que cria batalhões penais e destacamentos de bloqueio atrás das linhas. Em 23 de agosto a 16ª Divisão Panzer chega ao Volga ao norte da cidade, no mesmo dia do maior bombardeio aéreo da frente oriental até então.
De setembro a novembro a luta é casa a casa. Vasily Chuikov, no comando do 62º Exército dentro da cidade, mantém a linha colada à alemã para que aviação e artilharia não possam atirar sem atingir os próprios soldados, e prefere ataques noturnos e pequenos grupos de assalto. Ao norte da cidade, segundo David Glantz, as operações de Kotluban custaram mais de 200.000 baixas soviéticas, mas desgastaram o 6º Exército antes mesmo da luta nas ruas.
Em meados de novembro os alemães chegam ao Volga em vários pontos e reduzem os defensores a faixas estreitas na margem. Mas a peça de ataque virou peça presa: as divisões de infantaria e os blindados do 6º Exército estão gastos numa luta de ruína em que a manobra, a grande vantagem alemã, não vale nada.
Lance 3Os flancos de papel e o golpe duplo
Atrás do 6º Exército, a linha do Don a noroeste está com o 3º Exército romeno; ao sul da cidade, com o 4º Exército romeno. Mais acima no rio ficam o 8º Exército italiano e o 2º Exército húngaro. Os romenos tinham canhões anticarro de 37 mm, inúteis contra o T-34, e a sua divisão blindada usava cerca de 100 tanques tchecos com canhão do mesmo calibre. A reserva alemã atrás deles, o XLVIII Corpo Panzer, tinha menos de 100 tanques modernos em condição.
Desde setembro, Georgy Jukov e Aleksandr Vasilevski preparavam na Stavka o golpe contra esses flancos. A Operação Urano empenha mais de um milhão de soldados, com despistamento cuidadoso: menos rádio, mensageiros, camuflagem, pontes falsas. Em 19 de novembro, sob neblina, três exércitos atacam o 3º Exército romeno; em 20 de novembro, outros dois atacam o 4º ao sul.
Os romenos repelem os primeiros assaltos e depois cedem, sem anticarro pesado para parar os blindados. A reserva alemã é pequena demais. Em 23 de novembro as pontas soviéticas se encontram perto de Kalach e Sovetsky, no Don. Dentro do anel ficam entre 250.000 e 300.000 homens do Eixo nas contas mais citadas — a Stavka, de início, estimou um quarto disso.
Lance 4A decisão de ficar e a conta que não fechava
Um cerco recém-fechado ainda pode ser rompido: as linhas soviéticas eram finas e os blindados alemães ainda tinham combustível. Entre 22 e 23 de novembro, Paulus e os comandantes de corpo pedem para romper, e Maximilian von Weichs, do Grupo de Exércitos B, avisa que pelo ar se levaria só um décimo do necessário. Os chefes da Luftwaffe no local, Wolfram von Richthofen e Martin Fiebig, dizem o mesmo.
Hitler já tinha outra resposta. Em 20 de novembro Hans Jeschonnek, chefe do estado-maior da Luftwaffe, disse que o abastecimento aéreo era possível com aviões de transporte e bombardeiros; em 22, Hermann Göring garantiu que podia ser feito. Em 24 de novembro Hitler ordena que o 6º Exército fique onde está. No mesmo dia Erich von Manstein, recém-nomeado para o novo Grupo de Exércitos Don, manda uma avaliação que não pede a ruptura imediata. Williamson Murray e Allan Millett escrevem que essa mensagem, somada à garantia de Göring, selou o destino do 6º Exército.
A conta era simples. O 6º Exército disse precisar de 750 toneladas por dia; o mínimo calculado pelo chefe do estado-maior do exército, Kurt Zeitzler, era 300 por dia, ou 500 por dia de voo. Na primeira semana chegaram 350 toneladas no total. O melhor dia de toda a operação foi 19 de dezembro, com 289 toneladas; a média ficou entre 94 e 117, conforme o período contado. A perda do aeródromo de Tatsinskaya, em 24 de dezembro, e depois a de Pitomnik e Gumrak, em janeiro, encerram a ponte aérea. Custou 488 aviões.
Lance 5O socorro que parou a 48 km
A Tempestade de Inverno, o plano de Manstein, pedia dois movimentos ao mesmo tempo: o 4º Exército Panzer de Hoth abriria um corredor até o bolsão, e o 6º Exército romperia ao encontro dele quando recebesse a ordem — a Operação Trovoada. Sobrou só o eixo mais longo, a partir de Kotelnikovo, ao sul, porque o mais curto, pelo rio Chir, estava travado por ataques soviéticos.
O LVII Corpo Panzer parte em 12 de dezembro com a 6ª e a 23ª Divisões Panzer, depois reforçadas pela 17ª. Depois de três dias de batalha de tanques em Verkhne-Kumsky, chega em 19 de dezembro ao rio Mychkova, a cerca de 48 km do bolsão. Mas em 16 de dezembro o Exército Vermelho lança o Pequeno Saturno contra o 8º Exército italiano no médio Don, ameaçando Rostov e a retaguarda de toda a frente sul.
O segundo movimento nunca sai. Hitler recusa a ruptura que Manstein pede em 18 de dezembro; Paulus não age sem ordem; e, segundo o seu ajudante Wilhelm Adam, os tanques do 6º Exército tinham combustível para cerca de 30 km. Em 23 de dezembro a 6ª Panzer é retirada para o Chir, e em 24 o socorro recua. A ordem de ruptura nunca foi dada.
Lance 6O anel aperta
Em 8 de janeiro de 1943 os soviéticos oferecem rendição; Hitler proíbe aceitar. Em 10 de janeiro a Frente do Don de Konstantin Rokossovsky lança a Operação Anel. Pitomnik cai em 16 de janeiro e Gumrak na noite de 21 para 22, e com eles acabam os pousos e a retirada dos feridos. Em 26 de janeiro o bolsão é partido em dois, ao norte e ao sul do Mamayev Kurgan.
Em 30 de janeiro Hitler promove Paulus a marechal de campo: nenhum marechal alemão ou prussiano tinha se rendido. No dia seguinte Paulus é capturado no porão da loja Univermag, no centro, e o bolsão sul se rende. O bolsão norte, de Karl Strecker, resiste até 2 de fevereiro.
Renderam-se cerca de 91.000 homens, entre eles 22 generais. A maioria morreu no cativeiro; entre 5.000 e 6.000 voltaram para casa, os últimos em 1955–1956, depois de um pedido do chanceler Konrad Adenauer em Moscou.
VereditoPor que deu no que deu
O 6º Exército não ficou preso por um lance genial do adversário só, nem pelo inverno. Ficou preso porque o comando alemão mandou dois grupos de exércitos para objetivos diferentes ao mesmo tempo, deixou a linha do Don com aliados sem armas para segurá-la, e quando o Exército Vermelho bateu exatamente ali, escolheu ficar. Hitler proibiu a ruptura; Jeschonnek e Göring garantiram uma ponte aérea que os comandantes da Luftwaffe no local diziam impossível; e Manstein, no dia em que importava, também não pediu para sair.
Em termos de xadrez, é a peça que avança fundo no campo do adversário enquanto as que deveriam protegê-la ficam fracas ou longe. O lance contrário era previsível pelo mapa; o que tornou a perda total foi a recusa de recuar a peça quando ainda dava. Em dezembro, a Tempestade de Inverno tentou consertar com um lance o que novembro tinha perdido, e chegou a 48 km de uma peça que já não tinha combustível para andar 30.
MitosO que se conta e o que o registro mostra
- O que se conta
A culpa de Stalingrado foi só de Hitler.
O que o registro mostraHitler proibiu romper em 24 de novembro de 1942 e de novo em dezembro e janeiro. Mas Jeschonnek e Göring garantiram o abastecimento aéreo, e Manstein, em 24 de novembro, mandou uma avaliação que não pedia a ruptura imediata. A culpa exclusiva de Hitler é a versão das memórias de generais escritas depois da guerra.
- O que se conta
Os romenos e os italianos fugiram e entregaram os flancos.
O que o registro mostraEstavam numa frente longa demais, com canhões anticarro de 37 mm contra o T-34 e uma reserva alemã de menos de 100 tanques modernos atrás. Os romenos repeliram os primeiros assaltos de 19 de novembro; as divisões italianas Ravenna e Cosseria foram elogiadas por um oficial de ligação alemão, segundo Rolf-Dieter Müller. Quem escolheu deixá-los ali foi o comando alemão.
- O que se conta
O franco-atirador Vasily Zaitsev venceu um duelo com o major alemão König, chefe de uma escola de atiradores de Berlim.
O que o registro mostraZaitsev é real: atirador do 62º Exército e Herói da União Soviética, com 265 inimigos abatidos de setembro a dezembro de 1942 na lista de condecoração citada pela Wikipédia. O duelo com König não tem registro alemão nenhum; vem da propaganda soviética, das memórias de Zaitsev, do livro de William Craig e do filme Círculo de Fogo. Antony Beevor escreve que os arquivos do Ministério da Defesa russo o contradizem.
- O que se conta
A Ordem 227 mandou fuzilar em massa quem recuasse.
O que o registro mostraA ordem, de 28 de julho de 1942, criou batalhões penais e destacamentos de bloqueio. Numa lista interna do NKVD da Frente de Stalingrado, de 1º de agosto a 15 de outubro de 1942, dos 15.649 detidos fugindo da linha, 278 foram fuzilados e 14.833 devolvidos às suas unidades. Foi uma ordem brutal; fuzilamento em massa não é o que a lista mostra.
- O que se conta
A ponte aérea quase salvou o 6º Exército.
O que o registro mostraO mínimo calculado era 300 toneladas por dia. O melhor dia de toda a operação, 19 de dezembro de 1942, rendeu 289; a média ficou entre 94 e 117. Richthofen e Fiebig, que comandavam a Luftwaffe no local, disseram antes de começar que era impossível.
PerguntasPerguntas frequentes
Quem venceu a Batalha de Stalingrado?
Venceu a União Soviética. O 6º Exército alemão, cercado desde 23 de novembro de 1942, se rendeu entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro de 1943, com cerca de 91.000 prisioneiros; entre 5.000 e 6.000 voltaram para casa.
Por que a Alemanha perdeu a Batalha de Stalingrado?
O comando alemão mandou dois grupos de exércitos para objetivos diferentes ao mesmo tempo e deixou a linha do Don com exércitos romenos mal armados. A Operação Urano rompeu exatamente ali, e Hitler, confiando numa ponte aérea que não fechava a conta, ordenou em 24 de novembro que o 6º Exército ficasse.
Quantas pessoas morreram na Batalha de Stalingrado?
As fontes divergem muito. A conta oficial de Krivosheev dá 1.129.619 baixas soviéticas, 478.741 delas irrecuperáveis; as do Eixo vão de 800.000 a 1,5 milhão, conforme a fonte e a área contada. Para os civis, as contagens vão de 42.754 a 235.232 mortos.
Quanto tempo durou a Batalha de Stalingrado?
Pouco mais de seis meses: de 17 de julho de 1942, primeiro choque na curva do Don, a 2 de fevereiro de 1943, quando o bolsão norte de Karl Strecker se rendeu.
Quem comandou a Batalha de Stalingrado?
Do lado alemão, Friedrich Paulus, à frente do 6º Exército, sob as ordens de Hitler. Do lado soviético, Vasily Chuikov defendeu a cidade com o 62º Exército, e Georgy Jukov e Aleksandr Vasilevski planejaram a contraofensiva que cercou os alemães.
Episódio em produção
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Tema Frente Oriental
FontesFontes
- Earl F. Ziemke e Magna E. Bauer, Moscow to Stalingrad: Decision in the East, U.S. Army Center of Military History, cap. XVII (Diretiva nº 45). — ibiblio.org
- Joel S. A. Hayward, "Stalingrad: An Examination of Hitler's Decision to Airlift", Airpower Journal, 1997. — allworldwars.com
- Bill Barry, "Stopped Cold at Stalingrad", World War II, fevereiro de 2007. — historynet.com
- William E. Hiestand, "The Luftwaffe's Stalingrad Airlift", Osprey Publishing, 2023. — ospreypublishing.com
- G. F. Krivosheev (org.), Soviet Casualties and Combat Losses in the Twentieth Century (citado pela Wikipédia).
- Battle of Stalingrad — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Operation Uranus — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Operation Winter Storm — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Order No. 227 — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Schlacht von Stalingrad — Wikipédia em alemão (números de Rolf-Dieter Müller). — de.wikipedia.org
Imagens
- Fig. 01 — O centro de Stalingrado em 2 de fevereiro de 1943, o dia da rendição do último bolsão alemão. Foto do repórter soviético Georgy Zelma.: Georgy Zelma · RIA Novosti, arquivo 602161 · CC BY-SA 3.0
- Fig. 02 — Stalingrad-Süd, carta alemã 1:25.000 de outubro de 1942, com as fortificações soviéticas marcadas em vermelho até 27 de outubro. A cidade se estende ao longo da margem oeste do Volga.: Exército alemão, Armee-Kartenstelle 473 · Biblioteca do Congresso dos EUA, G7064.V6S7 1942 .G4 · Domínio público
- Fig. 03 — Soldados romenos na frente sul da Rússia em 1942. Os 3º e 4º Exércitos romenos guardavam os flancos do 6º Exército — e foi neles que a Operação Urano bateu.: Lechner · Bundesarchiv, Bild 101I-218-0501-27 · CC BY-SA 3.0 DE
- Fig. 04 — Um Junkers Ju 52 na ponte aérea de Stalingrado, no inverno de 1942–43. O mínimo calculado era 300 toneladas por dia; o melhor dia rendeu 289.: Fotógrafo não identificado · Australian War Memorial, P02018.181 · Domínio público
- Fig. 05 — Friedrich Paulus, à esquerda, com o chefe do estado-maior Arthur Schmidt e o ajudante Wilhelm Adam, depois da rendição, em 31 de janeiro de 1943. Paulus tinha sido promovido a marechal de campo na véspera.: Provavelmente Georgi Lipskerov · Bundesarchiv, Bild 183-F0316-0204-005 · CC BY-SA 3.0 DE
- Fig. 06 — Coluna de prisioneiros alemães em Stalingrado, em fevereiro de 1943. Cerca de 91.000 se renderam; entre 5.000 e 6.000 voltaram para casa.: Fotógrafo não identificado · Bundesarchiv, Bild 183-E0406-0022-010 · CC BY-SA 3.0 DE
