Na manhã de 7 de dezembro de 1941, 353 aviões saídos de seis porta-aviões japoneses atacam a Frota do Pacífico em Pearl Harbor, no Havaí. Em menos de duas horas, os oito encouraçados americanos no porto estão atingidos, 188 aviões destruídos e 2.403 americanos mortos. O Japão perde 29 aviões.
Como lance, é quase perfeito. Mas os três porta-aviões americanos não estavam no porto, os tanques de combustível, as oficinas e a base de submarinos ficaram de pé, e seis dos oito encouraçados voltariam à guerra. No dia seguinte, os Estados Unidos declaram guerra com um único voto contra. A pergunta desta página é como um ataque tão bem executado mirou a peça errada.
FichaFicha da batalha
| Japão — força | a força de ataque (Kidō Butai): 6 porta-aviões (Akagi, Kaga, Sōryū, Hiryū, Shōkaku e Zuikaku), 2 encouraçados, 3 cruzadores, 11 contratorpedeiros e 8 petroleiros, com 414 aviões disponíveis; mais 5 submarinos de esquadra levando 5 submarinos anõesOs seis porta-aviões são consenso; o restante da composição, pela Wikipédia em inglês. | 1 fonte |
|---|---|---|
| Japão — comando | almirante Isoroku Yamamoto (Frota Combinada, autor do plano); vice-almirante Chūichi Nagumo (força de ataque); comandante Mitsuo Fuchida (líder no ar, primeira onda); capitão de corveta Shigekazu Shimazaki (segunda onda). Plano escrito sobretudo por Ryūnosuke Kusaka, com Minoru Genda | 2+ fontes |
| Estados Unidos — comando | almirante Husband E. Kimmel (Frota do Pacífico); general Walter C. Short (Exército, defesa do Havaí) | 2+ fontes |
| Terreno | porto raso e fechado, com a frota fundeada em fila ao redor da ilha Ford; acreditava-se que a pouca profundidade protegia contra torpedos lançados de avião | 2+ fontes |
| Objetivo japonês | impedir a Frota do Pacífico de interferir na conquista do Sudeste Asiático e das Índias Orientais Holandesas, depois do corte do petróleo americano em julho de 1941, e levar os Estados Unidos a negociar | 2+ fontes |
| Precedente | Taranto, Itália, noite de 11 para 12 de novembro de 1940: 21 biplanos Swordfish do porta-aviões britânico Illustrious põem fora de ação três encouraçados italianos fundeados em porto raso | 2+ fontes |
| Horário | radar de Opana detecta a formação às 07:02; primeiras bombas às 07:48 em Kaneohe e às 07:55 sobre o porto; a segunda onda chega por volta das 08:50A hora da segunda onda é do National Park Service. | 2+ fontes |
| As ondas | primeira, 183 aviões lançados (40 torpedeiros, 49 bombardeiros de altitude, 51 de mergulho e 43 caças); segunda, cerca de 170A segunda onda aparece com 167, 170 ou 171 aviões conforme a fonte; o total que chegou a Oahu, 353, é o mesmo em todas. | diverge |
| Navios atingidos | 21 afundados ou avariados, entre eles os 8 encouraçados no porto; todos menos 3 (Arizona, Oklahoma e o ex-encouraçado Utah) voltaram ao serviço | 2+ fontes |
| Aviões americanos | 188 destruídos e 159 avariados, de 402 no HavaíA ficha do museu da Marinha dos EUA usa outro corte: 92 perdidos pela Marinha e 77 pelo Exército. | 2+ fontes |
| Baixas americanas | 2.403 mortos (2.008 da Marinha, 218 do Exército, 109 fuzileiros, 68 civis); quase metade no Arizona. Feridos: 1.178 pela tabela do museu da Marinha dos EUA, 1.104 pela conta do National Park ServiceOs mortos conferem em duas fontes; a divergência é só nos feridos. | diverge |
| Baixas japonesas | 29 aviões; 64 mortos (55 aviadores e 9 tripulantes dos submarinos anões); os 5 submarinos anões perdidos | 2+ fontes |
| Prisioneiros | 1: o alferes Kazuo Sakamaki, de um submarino anão encalhado, primeiro prisioneiro japonês da guerra | 2+ fontes |
| O que não foi atingido | os três porta-aviões (fora do porto), os tanques de combustível, as oficinas, os diques, o estaleiro e a base de submarinos | 2+ fontes |
| Resultado | vitória tática japonesa: a linha de encouraçados fica fora de combate por meses; a capacidade de reparo, o combustível e os porta-aviões ficam intactos | 2+ fontes |
| O depois | 8 de dezembro: declaração de guerra ao Japão, 82 a 0 no Senado e 388 a 1 na Câmara. 11 de dezembro: Alemanha e Itália declaram guerra aos Estados Unidos | 2+ fontes |
Lance 1O plano: um golpe de abertura para comprar tempo
Em julho de 1941 os Estados Unidos cortam a exportação de petróleo para o Japão, e Tóquio decide tomar o petróleo das Índias Orientais Holandesas. A peça que pode atrapalhar é a Frota do Pacífico, que Roosevelt tinha mandado para Pearl Harbor em 1940. O almirante Isoroku Yamamoto, comandante da Frota Combinada, começa a desenhar o ataque em janeiro de 1941. O plano é escrito sobretudo pelo contra-almirante Ryūnosuke Kusaka, com o comandante Minoru Genda, que defendia seis porta-aviões e três ondas.
O precedente era recente. Na noite de 11 para 12 de novembro de 1940, 21 biplanos Swordfish do porta-aviões britânico Illustrious puseram fora de ação três encouraçados italianos fundeados no porto raso de Taranto. A lição era que porto raso já não protegia contra torpedo lançado de avião. Os japoneses estudaram Taranto a fundo, mas não partiram dele: segundo o historiador Mark Peattie, trabalhavam em torpedo de água rasa desde 1939, e Taranto confirmou o que já testavam.
A lista de alvos dizia tudo sobre a cabeça de quem planejou. Segundo os historiadores H. P. Willmott e Haruo Tohmatsu, a ordem era aviação em terra, porta-aviões, encouraçados e outros navios de guerra, navios mercantes, instalações do porto e, por último, instalações em terra. A Marinha japonesa media vitória em navio de combate afundado. Os tanques de combustível estavam no fim da lista.
Lance 2Os avisos que ninguém juntou
Em 24 de setembro de 1941, Tóquio pediu ao consulado em Honolulu a posição dos navios em Pearl Harbor, por zonas do porto. Washington decifrou a mensagem em 9 de outubro, julgou-a pouco importante e não a repassou a Kimmel nem a Short. Em 27 de novembro veio o aviso formal: 'considere este despacho um aviso de guerra'. Mas ele falava do Extremo Oriente, não de Pearl Harbor, e no Havaí a ameaça foi lida sobretudo como sabotagem.
Na manhã de 7 de dezembro houve dois avisos diretos. Às 06:37 o contratorpedeiro Ward avistou um submarino na entrada do porto, abriu fogo às 06:45 e informou o comando por rádio, segundo o relatório do próprio comandante. Às 07:02 o radar do Exército em Opana, no norte de Oahu, captou uma formação a cerca de 132 milhas. O tenente de plantão no centro de interceptação, no segundo dia no posto e sem treino, supôs que fossem os bombardeiros B-17 esperados da Califórnia, que vinham de direção quase igual.
A inteligência americana lia a cifra diplomática japonesa, mas a chancelaria não discutia o plano militar, e o código da marinha não estava legível — uma edição nova entrou em vigor em 1º de dezembro. A frota de ataque navegou em silêncio de rádio. Os avisos que havia eram peças soltas num sistema que não as juntou.
Lance 3O lance: duas ondas contra a linha de encouraçados
A primeira onda, 183 aviões sob o comando de Mitsuo Fuchida, abre o ataque às 07:48 em Kaneohe e às 07:55 sobre o porto. Os torpedeiros vão primeiro contra os encouraçados, enquanto bombardeiros de mergulho e caças batem os campos de aviação para impedir reação. A segunda onda, cerca de 170 aviões, chega por volta das 08:50. Ao todo, 353 aviões alcançam Oahu.
Os oito encouraçados no porto são atingidos. O Arizona explode quando uma bomba alcança o paiol de vante, e só nele morre quase metade dos americanos daquele dia. O Oklahoma emborca, o West Virginia e o California afundam no lugar, o Nevada termina encalhado. Dos 402 aviões americanos no Havaí, 188 são destruídos e 159 avariados.
A defesa acorda tarde, mas acorda: das 29 perdas japonesas, 20 acontecem na segunda onda. No fim, os Estados Unidos têm 2.403 mortos e 21 navios atingidos. O Japão perde 29 aviões, os cinco submarinos anões e 64 homens. Pela régua do plano, é um sucesso quase completo.
Lance 4O que ficou de pé
Os três porta-aviões da Frota do Pacífico não estavam no porto. O Enterprise voltava de levar caças a Wake e atrasou pelo mau tempo; o Lexington levava aviões a Midway; o Saratoga estava longe do Havaí. A ironia é que o ex-encouraçado-alvo Utah, afundado naquela manhã, ocupava a vaga prevista para o Enterprise.
Ficaram intactos os tanques de combustível, acima do solo e à vista, com 4 a 4,5 milhões de barris conforme a fonte; as oficinas, os diques e o estaleiro; e a base de submarinos. O Havaí não produzia petróleo: cada barril vinha do continente, e os petroleiros da Frota do Pacífico somavam só 760.000 barris de capacidade, segundo o tenente-coronel Patrick Donovan. Foram as oficinas que puseram os navios avariados de volta ao mar, e foram os submarinos daquela base que estrangularam a importação japonesa de petróleo.
Há uma ressalva que o historiador Jonathan Parshall faz questão de registrar: antes do ataque, ninguém do lado americano tratava os tanques como peça decisiva — estavam sem defesa antiaérea, sem dispersão, acima do solo. Dentro da doutrina das duas marinhas, o encouraçado era a peça mais valiosa do tabuleiro. O Japão mirou o que a régua do jogo mandava mirar, no momento exato em que a régua mudava.
Lance 5A terceira onda: o que se sabe e o que se conta
Não houve terceira onda — isso é fato. A versão mais conhecida do porquê é a do próprio Fuchida a Gordon Prange, em 1963, depois levada ao filme Tora! Tora! Tora!: ele teria pedido com insistência um novo ataque contra os tanques e as oficinas, e Nagumo teria recusado. Essa versão é contestada. Interrogado pelos americanos em 1945 sobre por que não houve novo ataque, Fuchida falou do poder aéreo americano desconhecido e de que oito encouraçados bastavam, sem mencionar tanques. Genda negou em suas memórias que a cena tenha acontecido, e Kusaka chamou as críticas de reflexões tardias.
As razões de Nagumo que a historiografia registra são de tabuleiro. A segunda onda já tinha custado o dobro da primeira; o paradeiro dos porta-aviões americanos era desconhecido; podia haver bombardeiros em terra prontos para revidar; uma terceira onda obrigaria a recolher aviões à noite, coisa que só a Marinha britânica dominava; o combustível da força estava no limite. E a missão principal, neutralizar a frota, parecia cumprida. Era doutrina japonesa preservar a força em vez de buscar a destruição total.
Mesmo que houvesse um terceiro ataque, Parshall argumenta que ele quase certamente iria contra os cruzadores, contratorpedeiros e submarinos que restavam no porto, não contra os tanques. O erro, se houve, não estava na decisão de uma tarde: estava escrito na lista de alvos meses antes.
Lance 6O lance seguinte é do adversário
O plano supunha que um golpe de abertura levaria os Estados Unidos a negociar. Em 8 de dezembro de 1941 Roosevelt pede a guerra ao Congresso, que a aprova em menos de uma hora: 82 a 0 no Senado, 388 a 1 na Câmara. A mensagem japonesa que encerrava as negociações chegou a Washington mais de uma hora depois de o ataque começar — e, de todo modo, não declarava guerra. Em 11 de dezembro Alemanha e Itália declaram guerra aos Estados Unidos sem que o pacto com o Japão as obrigasse.
Sem encouraçados, a Marinha americana passou a lutar com o que tinha: porta-aviões e submarinos, operando a partir da base que ficou de pé. Seis meses depois, quatro dos seis porta-aviões que atacaram Pearl Harbor afundaram em Midway. Os encouraçados reparados, lentos demais para acompanhar os porta-aviões, serviram sobretudo para bombardear costa.
VereditoPor que deu no que deu
Como execução, Pearl Harbor foi quase perfeito: surpresa, concentração e um adversário que viu os sinais e não os juntou. Como estratégia, mirou a peça que a doutrina japonesa considerava a mais valiosa — o encouraçado — no momento em que o valor passava para o porta-aviões, o combustível e a capacidade de reparo. As duas ondas mal chegaram ao terceiro item de uma lista que punha as instalações do porto no fim. Não foi descuido de uma tarde, foi a régua do plano.
E o erro mais caro não foi de alvo, foi de premissa. O ataque supunha que um golpe de abertura levaria os Estados Unidos a negociar. Em termos de xadrez, é o jogador que ganha a dama do adversário no primeiro lance e descobre que ela não era a peça que decidia a partida — e que o lance acordou do outro lado do tabuleiro alguém disposto a jogar até o fim. O contra-almirante japonês Chūichi Hara resumiu depois da guerra: ganharam uma grande vitória tática e, com isso, perderam a guerra.
MitosO que se conta e o que o registro mostra
- O que se conta
Roosevelt sabia do ataque e deixou acontecer para entrar na guerra.
O que o registro mostraNenhum documento mostra alguém em Washington sabendo que o alvo era Pearl Harbor. O código da marinha japonesa não era legível antes do ataque, a cifra diplomática não trazia o plano militar e a frota navegou em silêncio de rádio. Washington sabia que vinha guerra e avisou em 27 de novembro; o que falhou foi juntar as peças — a mensagem sobre as zonas do porto não repassada, o radar desconsiderado. Dez inquéritos oficiais, e a historiografia principal rejeita a tese.
- O que se conta
Fuchida implorou por uma terceira onda contra os tanques de combustível, e Nagumo recusou.
O que o registro mostraÉ a versão que Fuchida deu a Gordon Prange em 1963 e que o filme Tora! Tora! Tora! popularizou. Em 1945, interrogado pelos americanos, ele não mencionou os tanques; Genda negou a cena em suas memórias. Não houve terceira onda — isso é fato. O pedido dramático é depoimento tardio e contestado, e a doutrina japonesa punha os tanques no fim da lista de alvos.
- O que se conta
Os porta-aviões foram tirados do porto porque Washington sabia do ataque.
O que o registro mostraO Enterprise e o Lexington estavam levando aviões a Wake e a Midway, e o Enterprise devia ter voltado em 6 de dezembro, mas atrasou pelo mau tempo. Em 1941 o navio capital das duas marinhas ainda era o encouraçado: quem quisesse salvar o mais valioso teria tirado os oito encouraçados, que ficaram.
- O que se conta
Yamamoto disse que o Japão tinha acordado um gigante adormecido.
O que o registro mostraA frase é do filme Tora! Tora! Tora!, de 1970, e não há prova de que Yamamoto a tenha dito. O que se registra dele é a previsão feita ao primeiro-ministro Konoe em 1941: seis meses a um ano de vitórias, e nenhuma confiança para o segundo e o terceiro ano.
- O que se conta
A Frota do Pacífico foi destruída em Pearl Harbor.
O que o registro mostraDos 21 navios atingidos, 18 voltaram ao serviço; dos 8 encouraçados, 6. Os três porta-aviões estavam fora do porto, e os tanques de combustível, as oficinas e a base de submarinos ficaram intactos.
PerguntasPerguntas frequentes
Quando foi o ataque a Pearl Harbor?
Na manhã de 7 de dezembro de 1941. As primeiras bombas caíram às 07:48 em Kaneohe e às 07:55 sobre o porto; a segunda onda chegou por volta das 08:50, e o ataque durou menos de duas horas.
Quantas pessoas morreram no ataque a Pearl Harbor?
Morreram 2.403 americanos: 2.008 da Marinha, 218 do Exército, 109 fuzileiros e 68 civis, quase metade deles no Arizona. O Japão perdeu 64 homens e 29 aviões.
Por que o Japão atacou Pearl Harbor?
Depois do corte do petróleo americano em julho de 1941, o Japão decidiu tomar o petróleo das Índias Orientais Holandesas. O ataque devia impedir a Frota do Pacífico de interferir nessa conquista e levar os Estados Unidos a negociar.
Roosevelt sabia do ataque a Pearl Harbor?
Nenhum documento mostra alguém em Washington sabendo que o alvo era Pearl Harbor. O código da marinha japonesa não era legível antes do ataque e a frota navegou em silêncio de rádio; Washington sabia que vinha guerra, e o que falhou foi juntar os avisos.
O que aconteceu depois do ataque a Pearl Harbor?
Em 8 de dezembro de 1941, os Estados Unidos declararam guerra ao Japão: 82 a 0 no Senado e 388 a 1 na Câmara. Em 11 de dezembro, Alemanha e Itália declararam guerra aos Estados Unidos.
Episódio em produção
MaisLeia também
- Episódio 10 · Segunda Guerra Mundial, 1942A Batalha de Midway4 a 7 de junho de 1942
- Episódio 07 · Segunda Guerra Mundial, 1940A Batalha da Inglaterra10 de julho a 31 de outubro de 1940
- Episódio 15 · Segunda Guerra Mundial, 1944Dia D6 de junho de 1944
Tema Guerra no Pacífico
FontesFontes
- W. W. Outerbridge, relatório do USS Ward sobre o afundamento de um submarino japonês, 7 de dezembro de 1941 (anexo ao relatório do CINCPAC de 15 de fevereiro de 1942; NARA), transcrito pelo National Museum of the U.S. Navy. — history.navy.mil
- Naval History and Heritage Command / National Museum of the U.S. Navy, Fact Sheet: Pearl Harbor: Aftermath. — history.navy.mil
- National Park Service, The Pearl Harbor Attack. — nps.gov
- Jonathan Parshall, "Reflecting on Fuchida, or 'A Tale of Three Whoppers'", Naval War College Review 63:2, 2010. — digital-commons.usnwc.edu
- Patrick H. Donovan, "Oil Logistics in the Pacific War", Air Force Journal of Logistics XXVIII:1, 2004. — apps.dtic.mil
- Frederick D. Parker, Pearl Harbor Revisited: U.S. Navy Communications Intelligence, 1924–1941, NSA Center for Cryptologic History, 1994. — ibiblio.org
- S.J. Res. 116, Declaração de Guerra ao Japão, 8 de dezembro de 1941 — Visit the Capitol. — visitthecapitol.gov
- Attack on Pearl Harbor — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Pearl Harbor advance-knowledge conspiracy theory — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Radar warning of Pearl Harbor attack — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Battle of Taranto — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
Imagens
- Fig. 01 — O encouraçado Arizona queimando depois do ataque, em 7 de dezembro de 1941, com a estrutura do mastro de vante tombada após a explosão do paiol. Só nele morreu quase metade dos 2.403 americanos daquele dia.: Fotógrafo não identificado da Marinha dos EUA · NARA 195617 · Domínio público
- Fig. 02 — Foto tirada de um avião japonês durante o ataque de torpedos: um torpedo acaba de atingir o West Virginia, do outro lado da ilha Ford. Ao fundo, à direita, a base de submarinos e os tanques de combustível — o que nenhuma das duas ondas atacou.: Marinha Imperial Japonesa (foto capturada) · U.S. Navy NH 50930 · Domínio público
- Fig. 03 — A base de submarinos de Pearl Harbor e os tanques de combustível vistos do ar em 13 de outubro de 1941, oito semanas antes do ataque. Acima do solo e à vista, guardavam de 4 a 4,5 milhões de barris, conforme a fonte, e ficaram intactos.: Marinha dos EUA · 80-G-182880 · Domínio público
- Fig. 04 — A plotagem original do radar de Opana, no norte de Oahu, na manhã de 7 de dezembro de 1941: a trilha da formação japonesa descendo do norte, anotada com os horários. A detecção começou às 07:02 e foi tomada pelos bombardeiros B-17 esperados da Califórnia.: Soldados Joseph Lockard e George Elliott e outros, Exército dos EUA · Domínio público
- Fig. 05 — Roosevelt assina a declaração de guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941, de braçadeira preta. O Congresso a aprovou em menos de uma hora: 82 a 0 no Senado e 388 a 1 na Câmara.: Abbie Rowe · Domínio público
