Em 1º de agosto de 1940, a Diretiva nº 17 manda a Luftwaffe conquistar a superioridade aérea sobre o sul da Inglaterra, condição para a invasão que Hitler chamou de Operação Leão-Marinho. O plano de 6 de agosto dá quatro dias para destruir o Fighter Command no sul. Dois meses antes, a mesma força aérea tinha recebido a tarefa de acabar com o bolsão de Dunquerque, e 338.226 homens saíram pelo mar.
A Luftwaffe tinha mais que o dobro de aviões. Em 17 de setembro, Hitler adia a invasão até nova ordem. Esta página segue a partida pelo lado que o número não mostra: uma rede de radar, observadores e telefone que dizia a cada esquadrão britânico onde estava o inimigo, contra um comando que contava aviões abatidos que não tinham caído.
FichaFicha da batalha
| Objetivo alemão | conquistar a superioridade aérea sobre o sul da Inglaterra, pré-condição da invasão (Diretivas nº 16, de 16 de julho, e nº 17, de 1º de agosto de 1940), ou forçar a Grã-Bretanha a negociar | 2+ fontes |
|---|---|---|
| Alemanha — comando | Hermann Göring; Albert Kesselring (Luftflotte 2, sudeste e Londres), Hugo Sperrle (Luftflotte 3, oeste), Hans-Jürgen Stumpff (Luftflotte 5, da Noruega, norte) | 2+ fontes |
| Reino Unido — comando | Hugh Dowding (Fighter Command, Bentley Priory); Keith Park (11º Grupo, sudeste e Londres); Trafford Leigh-Mallory (12º Grupo, Midlands); lorde Beaverbrook no Ministério da Produção Aeronáutica, criado em 14 de maio de 1940 | 2+ fontes |
| Forças — Luftwaffe | 3.358 aviões contra a Inglaterra em 10 de agosto, 2.550 em condição de voo, dos quais 805 caças monoposto e 998 bombardeiros médiosWood e Dempster, The Narrow Margin, citados pela Wikipédia em inglês. | 1 fonte |
| Forças — Fighter Command | 754 caças monoposto e 149 biposto em 1º de julho; 1.061 em carga e 708 disponíveis em 3 de agosto, subindo para 1.161 e 746 em 7 de setembroBungay para julho e Overy para agosto e setembro; outras contas dão cerca de 768 aviões e 520 prontos em julho. | diverge |
| A rede | estações de radar Chain Home na costa, Observer Corps rastreando sobre a terra, sala de filtragem em Bentley Priory, salas de operações de grupo e de setor ligadas por telefone aos esquadrões | 2+ fontes |
| Terreno | o Canal da Mancha entre as bases alemãs e o alvo; o Bf 109 tinha cerca de 10 minutos de combate sobre Londres antes de voltar | 2+ fontes |
| Duração | 10 de julho a 31 de outubro de 1940 na datação britânica; historiadores alemães tratam julho de 1940 a maio de 1941, com o Blitz, como uma só campanha | 2+ fontes |
| 15 de setembro | a RAF anunciou de 175 a 185 aviões abatidos; a perda alemã foi de cerca de 60. A britânica vai de 26 a 31 conforme a fonte | diverge |
| Perdas — aviões | Luftwaffe: 1.733 destruídos e 643 danificados pelos registros alemães divulgados em 1947; 1.887 ou 1.977 em outras contas. Fighter Command: de 1.023 a 1.087; com Bomber e Coastal Command, mais 524O primeiro número é a resposta do ministro do Ar ao Parlamento britânico em 14 de maio de 1947. | diverge |
| Perdas — gente | 544 aviadores do Fighter Command mortos; 718 do Bomber Command e 280 do Coastal Command. Luftwaffe: 2.585 mortos, 735 feridos e 925 presos numa conta; cerca de 2.800, 340 e 750 em outra | diverge |
| Estrangeiros na RAF | 595 dos cerca de 2.936 aviadores: 145 poloneses, 127 neozelandeses, 112 canadenses, 88 tchecoslovacos, 32 australianos, 28 belgas, 25 sul-africanos e outrosRol de honra da RAF, pela Wikipédia em inglês; o RAF Museum confirma cerca de um quinto. | 1 fonte |
| Resultado | a Luftwaffe não conquista a superioridade aérea; em 17 de setembro de 1940 Hitler adia a Operação Leão-Marinho até nova ordem, e em outubro a empurra para a primavera de 1941 | 2+ fontes |
| O depois | os ataques diurnos dão lugar ao bombardeio noturno, o Blitz, que vai até maio de 1941. Dowding é substituído em novembro de 1940 e Park em dezembro | 2+ fontes |
Lance 1O tabuleiro: o lado com mais peças não era o lado com mais caças
Depois da queda da França, a Alemanha tem bases aéreas do norte da Noruega à Bretanha. Em 10 de agosto de 1940, a Luftwaffe tem 3.358 aviões contra a Inglaterra, 2.550 deles em condição de voo, divididos em três frotas aéreas: a de Kesselring, na Bélgica e no Pas-de-Calais, contra o sudeste e Londres; a de Sperrle, na França, contra o oeste; a de Stumpff, na Noruega, contra o norte. O Fighter Command de Hugh Dowding tinha 754 caças monoposto em 1º de julho.
A conta que decide, porém, é outra. Só o caça disputa o céu, e em caças monoposto prontos a diferença era pequena: 805 alemães em 10 de agosto, segundo Wood e Dempster. E o lado britânico ganhava peças: segundo Richard Overy, o Fighter Command tinha 1.061 caças em carga em 3 de agosto e 1.161 em 7 de setembro, no meio da fase mais dura.
O objetivo alemão estava escrito. A Diretiva nº 16, de 16 de julho, manda preparar a invasão; a nº 17, de 1º de agosto, manda conquistar primeiro a superioridade aérea. O plano de 6 de agosto dá quatro dias para destruir o Fighter Command no sul e quatro semanas para o resto. A marinha alemã, que teria de atravessar o Canal sob a Royal Navy, já tinha concluído em novembro de 1939 que nem o ar bastava: era preciso também o mar.
Lance 2A peça que não aparece no tabuleiro: a rede de Dowding
A defesa britânica não era um avião, era um sistema. Estações de radar Chain Home, na costa e voltadas para o mar, viam as formações alemãs ainda se reunindo sobre a França. Quando os aviões cruzavam a costa, saíam do campo do radar, e quem os rastreava era o Observer Corps, voluntários em postos espalhados pelo interior, a olho e ouvido.
Tudo convergia por telefone para a sala de filtragem de Bentley Priory, que juntava os relatos de várias estações sobre a mesma formação num só rastro. Dali a informação descia para as salas de operações dos grupos, que escolhiam qual esquadrão mandar, e dos setores, que guiavam os caças por rádio até o alvo e controlavam a artilharia antiaérea da área. O resultado é que a RAF não precisava patrulhar: decolava quando e para onde precisava, e poupava aviões e pilotos.
Os alemães conheciam o radar britânico. O que não entenderam foi a rede. O relatório de inteligência de 16 de julho de 1940, base dos planos dos comandantes, julgou o controle britânico rígido e os caças presos às suas bases. Em 12 de agosto, aviões da Erprobungsgruppe 210 atacaram quatro estações de radar; três saíram do ar e voltaram em seis horas. Depois de 18 de agosto, Göring suspendeu os ataques ao radar, por julgá-los inúteis. A peça que sustentava a defesa inteira deixou de ser alvo.
Lance 3Do Canal aos aeródromos: o ataque que não sabia onde bater
A partir de 4 de julho, a Luftwaffe ataca os comboios no Canal da Mancha; em agosto a marinha britânica desiste de passá-los por ali. Em 13 de agosto, o Adlertag, o dia da águia, abre o ataque principal à RAF. Logo no primeiro dia, bombardeiros alemães atingem Eastchurch, uma base da Coastal Command, e declaram dez Spitfires destruídos no chão. Nenhum caça do Fighter Command foi perdido ali, e a Luftwaffe voltou a Eastchurch sete vezes achando que era base de caça.
Em 15 de agosto, a frota aérea da Noruega ataca o norte da Inglaterra acreditando que a defesa estava toda no sul. O Bf 109 não tinha alcance para escoltá-la. De 115 bombardeiros e 35 caças, 75 aviões foram destruídos, e ela não voltou em força. Em 18 de agosto, o dia mais duro, os dois lados têm o maior número de baixas da campanha, e o bombardeiro de mergulho Ju 87 sai da batalha.
De 24 de agosto a 6 de setembro, Kesselring concentra o golpe nos aeródromos de Park, que defende o sudeste e Londres: de 33 ataques pesados, 24 contra aeródromos. Park registrou danos extensos em cinco aeródromos avançados e em seis das sete estações de setor. De 26 de agosto a 6 de setembro, a RAF perde 248 aviões e a Luftwaffe 322. É a fase que Wood e Dempster e a história oficial de Denis Richards chamam de crítica. Dowding, em carta a Trenchard, escreveu que naquelas semanas a Luftwaffe conseguiu muito pouco: a única estação de setor fechada, Biggin Hill, ficou fora de operação por duas horas.
Lance 4O inimigo que a inteligência alemã inventou
O mesmo relatório de 16 de julho estimava que a indústria britânica produzia de 180 a 300 caças de primeira linha por mês, e previa queda. Sob o ministério criado em 14 de maio de 1940 para lorde Beaverbrook, saíram 496 caças novos em julho, 467 em agosto e 467 em setembro, segundo Overy — mais do que a RAF perdia. A organização civil de reparos devolveu ao serviço 4.955 aviões até dezembro.
Somavam-se as reivindicações. Os dois lados declaravam duas a três vezes o que derrubavam: de julho a setembro, a RAF reivindicou 2.698 aviões e os caças alemães 3.198. A Luftwaffe acreditava estar desgastando o Fighter Command três vezes mais depressa do que de fato. Em 3 de setembro, Göring decide bombardear Londres diariamente com base em relatórios de que os esquadrões britânicos estavam reduzidos a 5 a 7 caças de 12.
O gargalo real era outro: piloto treinado. Substitutos chegavam aos esquadrões com nove horas de voo e sem treino de tiro. Aqui as fontes divergem. Para Wood e Dempster, a RAF perdia pilotos mais depressa do que os formava; para Peter Dye e Richard Overy, os pilotos disponíveis nunca diminuíram, e os alemães tinham ainda menos — Overy resume que, se o Fighter Command era os poucos, os pilotos de caça alemães eram menos ainda. E havia uma assimetria de tabuleiro: o piloto britânico abatido sobre a Inglaterra voltava a voar; o alemão virava prisioneiro, ou caía no Canal.
Lance 5Londres, 7 e 15 de setembro
Na noite de 24 para 25 de agosto, bombas caem sobre Londres. Na seguinte, o Bomber Command ataca Berlim pela primeira vez. Em 30 de agosto Hitler retira a proibição de bombardear Londres, e em 4 de setembro apresenta publicamente os ataques à capital como represália. Mas Londres já estava no plano alemão de 6 de agosto como o golpe final da campanha, e Göring decidiu acreditando que a RAF estava no fim. Em 7 de setembro, perto de 400 bombardeiros e mais de 600 caças atacam as docas do East End.
A troca de alvo tirou a pressão dos aeródromos, e alongou a viagem: sobre Londres, o Bf 109 tinha cerca de dez minutos de combate antes de voltar. Em 14 de setembro, Hitler reconhece que a superioridade aérea ainda não existe e adia a decisão para o dia 17.
Em 15 de setembro vêm duas grandes ondas contra Londres. Park põe no ar todo o 11º Grupo; Churchill, na sala de operações de Uxbridge, pergunta pelas reservas e ouve que não há nenhuma. Os alemães, que acreditavam enfrentar os últimos caças britânicos, encontram o céu cheio. O Air Ministry anunciou de 175 a 185 aviões abatidos; a perda alemã foi de cerca de 60. Dois dias depois, Hitler adia a Leão-Marinho até nova ordem.
Lance 6A briga dentro do lado vencedor: Park contra Leigh-Mallory
Park mandava esquadrões isolados contra cada ataque, cedo, para quebrar as formações antes do alvo. Leigh-Mallory, do 12º Grupo, e Douglas Bader defendiam o Big Wing, três a cinco esquadrões juntos. A formação grande demorava a se reunir — 20 minutos em 7 de setembro — e o 12º Grupo, que devia cobrir os aeródromos de Park enquanto os esquadrões dele estavam no ar, muitas vezes chegou tarde.
O Big Wing também inflava os números: em 15 de setembro respondeu por cerca de um terço das 185 vitórias anunciadas. Um relatório de Park entregue por Dowding em 15 de novembro contou, de 11 de setembro a 31 de outubro, 10 interceptações e um avião alemão destruído pelo uso extensivo da tática. Dowding foi substituído em novembro de 1940, também pela falha da defesa noturna no Blitz; Park, em dezembro, pelo próprio Leigh-Mallory. Stephen Bungay considera a estratégia dos dois vindicada.
VereditoPor que deu no que deu
A força aérea que não fechou Dunquerque não abriu a Inglaterra, e o motivo principal não é o número de aviões. A Luftwaffe atacou um adversário que não enxergava: uma rede que dizia a cada esquadrão britânico onde estava o inimigo, enquanto a inteligência alemã contava aviões que não tinham caído, subestimava fábricas que produziam mais que o dobro do estimado e bombardeava bases que não eram de caça. Somaram-se um caça de escolta sem alcance para ficar sobre o alvo e um comando que trocou de alvo — radar, aeródromos, fábricas, Londres — sem insistir em nenhum.
Em termos de xadrez, é o jogador que ataca peça por peça sem ver o tabuleiro inteiro, enquanto o adversário vê todas as casas. O lance que mais se discute, a troca para Londres em 7 de setembro, deu fôlego aos aeródromos, mas historiadores como Bungay e Alfred Price duvidam que a outra linha levasse ao mate: a RAF podia recuar para as Midlands, fora do alcance do Bf 109.
É o mesmo erro do bolsão de Flandres três meses antes. O comando alemão entregou o serviço à Luftwaffe e acreditou nos próprios relatórios. E mesmo o céu não bastava: a marinha alemã já tinha escrito que, sem o mar, não havia travessia.
MitosO que se conta e o que o registro mostra
- O que se conta
Foram poucos contra muitos.
O que o registro mostraA frase de Churchill, de 20 de agosto de 1940, é de gratidão, não de aritmética. No total a Luftwaffe tinha mais que o dobro de aviões, mas em caças monoposto prontos a diferença era pequena, e a RAF produzia mais caças e, segundo Peter Dye e Richard Overy, tinha mais pilotos de caça disponíveis que a Luftwaffe durante a batalha. Overy: se o Fighter Command era os poucos, os pilotos de caça alemães eram menos ainda.
- O que se conta
O Spitfire ganhou a Batalha da Inglaterra.
O que o registro mostraO Hurricane era o caça mais numeroso — 29 esquadrões contra 19 de Spitfire em julho de 1940, numa conta — e respondeu por mais de 60% das vitórias reivindicadas pela RAF. Também foi o mais perdido: 753 Hurricanes contra 467 Spitfires. Os percentuais são de reivindicações, que os dois lados inflavam.
- O que se conta
Londres foi bombardeada por engano, Churchill retaliou em Berlim, e Hitler, furioso, trocou os aeródromos por Londres — o erro que perdeu a batalha.
O que o registro mostraO bombardeio de Londres na noite de 24 para 25 de agosto de 1940 é atribuído por alguns historiadores a aviões que erraram o alvo, versão contestada por quem vê três lançamentos separados naquela noite. O ataque a Berlim aconteceu, e Hitler apresentou Londres como represália. Mas a capital já estava no plano alemão de 6 de agosto como golpe final, e Göring decidiu em 3 de setembro acreditando que a RAF estava no fim. Que a troca tenha perdido a batalha é debatido: Dowding escreveu que os ataques aos aeródromos tinham conseguido muito pouco.
- O que se conta
Em 15 de setembro de 1940 a RAF abateu 185 aviões alemães.
O que o registro mostraFoi o anúncio do Air Ministry, de 175 a 185. A perda alemã foi de cerca de 60. O dia importou porque a Luftwaffe, convencida de que enfrentava os últimos caças britânicos, encontrou o 11º Grupo inteiro no ar — e dois dias depois Hitler adiou a invasão.
- O que se conta
O 303 polonês foi o esquadrão que mais abateu aviões na batalha.
O que o registro mostraFoi o que mais reivindicou: 126 vitórias em seis semanas, até 11 de outubro de 1940. O número verificado diverge: cerca de 55 a 60 segundo Jerzy Cynk e outros historiadores poloneses, o que o mantém em primeiro; 44 segundo John Alcorn, o que o põe em quarto, atrás de três esquadrões de Spitfire.
PerguntasPerguntas frequentes
Quem venceu a Batalha da Inglaterra?
O Reino Unido. A Luftwaffe não conquistou a superioridade aérea sobre o sul da Inglaterra, condição para a invasão, e em 17 de setembro de 1940 Hitler adiou a Operação Leão-Marinho até nova ordem.
Quando foi a Batalha da Inglaterra?
De 10 de julho a 31 de outubro de 1940, na datação britânica. Historiadores alemães tratam de julho de 1940 a maio de 1941, incluindo o bombardeio noturno do Blitz, como uma só campanha.
Por que a Alemanha perdeu a Batalha da Inglaterra?
Principalmente porque atacou um adversário que não enxergava. A rede de radar, observadores e telefone de Dowding dizia a cada esquadrão onde estava o inimigo, enquanto a inteligência alemã superestimava as perdas britânicas, subestimava a produção de caças e trocava de alvo sem insistir em nenhum.
Quantos aviões foram abatidos na Batalha da Inglaterra?
As contas divergem. A Luftwaffe perdeu 1.733 aviões pelos registros alemães divulgados em 1947, e 1.887 ou 1.977 em outras contas; o Fighter Command perdeu de 1.023 a 1.087. Morreram 544 aviadores do Fighter Command.
O Spitfire ganhou a Batalha da Inglaterra?
Não sozinho. O Hurricane era o caça mais numeroso da RAF e respondeu por mais de 60% das vitórias reivindicadas, embora também tenha sido o mais perdido: 753 Hurricanes contra 467 Spitfires.
Episódio em produção
MaisLeia também
FontesFontes
- Battle of Britain (Enemy Losses), Hansard, Câmara dos Comuns, 14 de maio de 1947 — resposta do ministro do Ar, Philip Noel-Baker. — api.parliament.uk
- RAF Museum, History of the Battle of Britain — fase 3 (13 de agosto a 6 de setembro de 1940). — rafmuseum.org.uk
- RAF Museum, "15 September 1940", transcrição de podcast, 2015. — rafmuseum.org.uk
- Stephen Bungay, The Most Dangerous Enemy: A History of the Battle of Britain, 2000 (citado pela Wikipédia em inglês).
- Richard Overy, The Battle of Britain: The Myth and the Reality, 2001 (citado pela Wikipédia em inglês).
- Derek Wood e Derek Dempster, The Narrow Margin, 1961 (citado pela Wikipédia em inglês).
- John T. Correll, "How the Luftwaffe Lost the Battle of Britain", Air & Space Forces Magazine, agosto de 2008. — airandspaceforces.com
- John Curatola, "The Battle of Britain: The (Not So) Few", The National WWII Museum, 2023. — nationalww2museum.org
- John Lock, "The Battle of Britain: but for a few misplaced bombs", Military History Matters, 2022. — the-past.com
- Battle of Britain — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Battle of Britain Day — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Dowding system — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- No. 303 Squadron RAF — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Operation Sea Lion — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
Imagens
- Fig. 01 — A sala de operações do Setor G do Fighter Command em Duxford, Cambridgeshire, em setembro de 1940: o controlador, os telefonistas e, à direita, o oficial de ligação do exército que comandava a artilharia antiaérea. Era aqui que o rastro do radar virava ordem para um esquadrão.: Stanley Devon, fotógrafo oficial · Imperial War Museums, CH 1401 · Domínio público
- Fig. 02 — Operadores e operadoras da WAAF na cabana receptora da estação de radar Chain Home de Ventnor, na ilha de Wight, durante a Batalha da Inglaterra. As estações da costa viam as formações alemãs ainda se reunindo sobre a França.: Fotógrafo oficial da Royal Air Force · Imperial War Museums, C 1868 · Domínio público
- Fig. 03 — Telefonistas da WAAF na sala de operações de Duxford recebem as plotagens dos postos do Observer Corps, em setembro de 1940. Depois que os aviões cruzavam a costa, o radar não os via mais: o rastreamento sobre a terra era feito por observadores voluntários.: Stanley Devon, fotógrafo oficial · Imperial War Museums, CH 1404 · Domínio público
- Fig. 04 — Pilotos do 303º Esquadrão (polonês) com um de seus Hurricanes em outubro de 1940. O esquadrão reivindicou 126 vitórias em seis semanas; o número verificado vai de 44 a cerca de 60, conforme o historiador.: Stanley Devon, fotógrafo oficial · Imperial War Museums, CH 1535 · Domínio público
- Fig. 05 — Hurricanes Mk I do 85º Esquadrão, baseado em Church Fenton, Yorkshire, liderados pelo Squadron Leader Peter Townsend, em 1940. O Hurricane era o caça mais numeroso da RAF e respondeu por mais de 60% das vitórias reivindicadas na batalha.: B. J. Daventry, fotógrafo oficial da Royal Air Force · Imperial War Museums, CH 1503 · Domínio público
