Em 10 de maio de 1940, quando a Alemanha ataca no oeste, os Aliados têm 13.974 canhões contra 7.378 alemães. Só a França tem entre 3.383 e 4.071 tanques; a Alemanha entra com 2.445. Seis semanas depois, a França está fora da guerra.
A campanha da Polônia mostrou que, em 1939, não havia uma doutrina chamada Blitzkrieg: o nome veio dos jornais. Esta página continua a pergunta. Se não era doutrina, o que foi aplicado oito meses depois? A resposta cabe numa distinção: doutrina se ensina a um exército inteiro e serve para qualquer guerra; plano serve para uma guerra, contra um inimigo, num terreno.
FichaFicha da batalha
| Forças em 10 de maio | Alemanha: 141 divisões e 3.300.000 homens. Aliados: 135 divisões e 3.300.000 homensWikipédia em inglês, Battle of France. | 1 fonte |
|---|---|---|
| Artilharia e aviação | Alemanha: 7.378 canhões e 5.638 aviões. Aliados: 13.974 canhões e menos de 2.935 aviõesA única superioridade material alemã clara era a aérea. | 1 fonte |
| Tanques | Alemanha: 2.445. França sozinha: entre 3.383 e 4.071A própria fonte declara a divergência no número de tanques franceses. | diverge |
| Panzergruppe von Kleist | 134.000 homens, 1.222 tanques e 378 veículos, em cinco divisões blindadas: XIX Panzerkorps (3 divisões, eixo Sedan), XLI Panzerkorps (2, eixo Monthermé) e XV Corpo (2, alto Ardenas, guarda de flanco). A Wikipédia em francês, citando Mary (2009) e Frieser (2003), conta 1.250 carros e 350 veículos blindados de reconhecimentoSão contagens de base diferente; as duas dizem a mesma coisa: cerca de metade dos tanques alemães num grupo só. | diverge |
| Comandantes e planejadores | Alemanha: Erich von Manstein (autor do plano), Franz Halder (chefe do estado-maior), Walther von Brauchitsch (comandante-em-chefe). França: Maurice Gamelin (comandante-em-chefe), Alphonse Georges | 1 fonte |
| O avanço aliado na Bélgica | 7º Exército francês (Giraud), até Breda; Força Expedicionária Britânica (Gort), 9 divisões, no Dyle; 1º Exército francês (Blanchard), 10 divisões, de Wavre a Namur; 9º Exército (Corap), ao sul de Namur, ao longo do MeuseWikipédia em inglês, Dyle Plan. | 1 fonte |
| Sedan — defesa francesa | 55ª Divisão de Infantaria (general Henri Lafontaine), de categoria B, e a 71ª Divisão, ainda entrando na linha: 20.000 homens e 174 peças de artilharia | 1 fonte |
| Sedan — ataque alemão | 1ª, 2ª e 10ª Divisões Panzer e o Regimento Großdeutschland: 60.000 homens, 41.000 veículos, 788 tanques e 141 peçasWikipédia em inglês, Battle of Sedan (1940). | 1 fonte |
| Terreno | a floresta dos Ardenas, tida como intransitável para blindados, com quatro itinerários reservados para o grupo de Kleist; depois dela, o rio Meuse em Sedan, onde as posições francesas não estavam cobertas pela Linha Maginot | 1 fonte |
| Objetivo alemão | atravessar os Ardenas, cruzar o Meuse em Sedan, virar para oeste e correr para o mar, isolando os exércitos aliados que tivessem avançado para o norte, na Bélgica | 1 fonte |
| Duração | de 10 de maio a 25 de junho de 1940; o armistício é assinado em 22 de junho, em Compiègne. Cerca de seis semanas | 1 fonte |
| Baixas — Alemanha | 27.074 mortos, 111.034 feridos e 18.384 desaparecidos; entre 795 e 822 tanques perdidosAs fontes divergem no número de tanques perdidos. | diverge |
| Baixas — Aliados | 73.000 mortos, 240.000 feridos e 15.000 desaparecidos; 1.749 tanques franceses e 689 britânicos perdidos | 1 fonte |
| Prisioneiros | 1.756.000 aliadosWikipédia em inglês, Battle of France. | 1 fonte |
| Resultado | vitória alemã completa; a França assina o armistício em 22 de junho de 1940 | 1 fonte |
| O depois | a ponta blindada alemã chega ao Canal da Mancha e fecha o cerco sobre os exércitos que tinham entrado na Bélgica; diante de Dunquerque vem uma ordem de parar, e mais de 300.000 homens saem pelo mar | 2+ fontes |
Lance 1O tabuleiro: o lado que perdeu tinha mais peças
Em 10 de maio de 1940 a Alemanha tinha 141 divisões; os Aliados, 135. Homens, 3.300.000 de cada lado. Até aqui, empate. Os números seguintes não são de empate: os Aliados tinham 13.974 canhões contra 7.378 alemães — quase o dobro — e só a França tinha entre 3.383 e 4.071 tanques, contra 2.445 da Alemanha inteira.
A única vantagem material clara dos alemães estava no ar: 5.638 aviões contra menos de 2.935. A campanha que encerraria a participação francesa na guerra em seis semanas foi vencida por um exército com menos tanques e com pouco mais da metade da artilharia do adversário. Se a resposta não está no material, está em outro lugar do tabuleiro.
Lance 2A abertura recusada: o plano de 1914, um avião e um general afastado
A primeira diretriz para o oeste, a Aufmarschanweisung N°1 (Fall Gelb), foi desenhada por Franz Halder, chefe do estado-maior. Ela empurrava os Aliados pela Bélgica central até o rio Somme — parecida com a campanha de 1914. Empurrar não é cercar: um exército empurrado recua e se reorganiza; um exército cercado acaba. O plano original ganhava terreno, não a guerra.
Em 10 de janeiro de 1940 um avião alemão com documentos do plano cai na Bélgica. É acaso, e deve ser lido como acaso. O incidente força uma revisão, e Halder reescreve a diretriz.
A ideia que acabaria adotada era de Erich von Manstein: entrar pelo sul, pelos Ardenas, cruzar o Meuse em Sedan, virar para o oeste e correr para o mar. O alto-comando a rejeitou; Halder e o comandante-em-chefe Walther von Brauchitsch a classificaram de "ousada demais". No fim de janeiro, Halder fez Manstein ser promovido para comandar o XXXVIII Corpo no leste da Alemanha, fora do planejamento.
A ideia sobreviveu por um caminho lateral. Em 2 de fevereiro, Hitler soube dela por Rudolf Schmundt; em 13, mandou mudar o plano; em 17, recebeu Manstein pessoalmente. Em 24 de fevereiro de 1940, Halder reescreveu a diretriz como Aufmarschanweisung N°4, agora com o eixo principal pelos Ardenas — dois meses e meio antes do ataque.
Lance 3A única coisa realmente nova: onde as peças foram postas
Não era o tanque: os dois lados tinham tanques, e os Aliados tinham mais. Não era o avião, que já tinha voado sobre a Polônia. Não era a palavra, que os jornais já tinham inventado. A novidade de maio de 1940 foi a concentração.
O Panzergruppe von Kleist atravessa os Ardenas com 134.000 homens e 1.222 tanques, em cinco divisões blindadas — metade dos tanques alemães num eixo só. Os Aliados tinham mais tanques e os distribuíram pela frente inteira. Os alemães tinham menos e empilharam metade deles numa floresta.
E o preço dessa concentração era uma vulnerabilidade enorme. Segundo a Wikipédia em francês, citando Mary (2009) e Frieser (2003), o grupo dispunha de apenas quatro itinerários reservados para entrar no Luxemburgo, as Panzerstraßen numeradas de um a quatro. Metade dos blindados alemães em quatro estradas de floresta é uma peça valiosa exposta: o lance só funciona se o adversário não olhar para ela.
Lance 4O lance aliado: Dyle, Breda e o general que avisou
Para o plano alemão funcionar, os Aliados precisavam ir para o norte. Foram. Em 9 de novembro de 1939, Maurice Gamelin adotou o Plano Dyle: ao primeiro sinal de invasão, os melhores exércitos aliados avançariam para dentro da Bélgica e segurariam ali. Em 12 de março de 1940 ele acrescentou a variante Breda: o 7º Exército francês avançaria até a cidade holandesa de Breda, para ligar-se aos holandeses — 175 km a percorrer, contra alemães que estavam a 90 km do mesmo lugar.
Em 10 de maio entram na Bélgica e nos Países Baixos o 7º Exército (Giraud), a Força Expedicionária Britânica (Gort) com 9 divisões, o 1º Exército francês (Blanchard) com 10 e o 9º Exército (Corap), este ao sul de Namur, ao longo do Meuse. Com eles vão "algumas das melhores divisões da Reserva Geral", deixando "poucas reservas do Reno ao Canal".
O general Alphonse Georges tinha advertido contra mandar o grosso das forças móveis francesas contra um ataque no flanco norte que fosse uma diversão para um ataque alemão pelo centro. Ele descreveu o golpe antes de ele acontecer, e a reserva foi para o norte assim mesmo. Enquanto isso, a inteligência francesa seguia o movimento errado: descobriu a transferência de divisões alemãs do Sarre para o norte do Mosela, e não detectou o redesdobramento da fronteira holandesa para a área Eifel–Mosela, de onde vinha o golpe.
Lance 5Sedan, 13 de maio: o bombardeio que quebrou o telefone
Em Sedan, a defesa francesa era a 55ª Divisão de Infantaria, do general Henri Lafontaine: divisão de categoria B, de reservistas, a maioria com mais de trinta anos, pouco treinada para combate porque estava escalada para obras. Ao lado, a 71ª Divisão ainda entrava na linha. Ao todo, 20.000 homens e 174 peças de artilharia. Do outro lado do rio, a 1ª, a 2ª e a 10ª Divisões Panzer e o Regimento Großdeutschland: 60.000 homens, 41.000 veículos, 788 tanques e 141 peças.
Das 08:00 às 16:00 de 13 de maio, a Luftwaffe bate em Sedan: cerca de 3.940 surtidas de bombardeiro por nove Kampfgeschwader, ao custo de seis aviões. E então o dado que inverte a leitura: nenhuma das casamatas foi destruída por acerto direto, e o bombardeio causou 56 baixas francesas.
O estrago foi indireto. Os cabos de telecomunicação se romperam e a divisão ficou sem comunicação; os artilheiros abandonaram as posições antes de o ataque terrestre começar. O bombardeio não quebrou o concreto. Quebrou a ligação entre as peças e a vontade de quem as operava.
Lance 6Bulson, 19:00: o pânico sobre tanques que ainda não tinham cruzado
Por volta das 19:00 de 13 de maio, o relato de um observador de artilharia francês é repassado errado. Corre o boato de que tanques alemães se aproximam da aldeia de Bulson, ao sul de Sedan. A 55ª Divisão abandona as posições, e quando o erro é percebido a artilharia e a infantaria já tinham largado o equipamento pesado.
O primeiro tanque alemão cruzou o Meuse às 07:20 de 14 de maio, mais de doze horas depois. O pânico que desfez a defesa de Sedan foi sobre tanques que ainda não tinham atravessado o rio: a posição foi tomada por infantaria atravessando de bote, contra uma linha que se desmanchou por uma informação errada.
Os franceses tinham com que responder. O X Corpo recebeu ordem de contra-atacar às 05:00 de 14 de maio, com cerca de 300 tanques na área, 138 deles de combate. A blindagem francesa só alcançou a crista de Bulson dezessete horas depois da ordem, e a vanguarda alemã chegou antes, por alguns minutos. A Wikipédia em inglês registra a avaliação de que "um contra-ataque rápido de apenas dois regimentos de infantaria e dois batalhões de carros teria mergulhado os alemães em crise". Os meios estavam lá; o tempo de reação, não.
Lance 7A conta da partida
A campanha vai de 10 de maio a 25 de junho de 1940, e o armistício é assinado em 22 de junho, em Compiègne. Do lado alemão, 27.074 mortos, 111.034 feridos, 18.384 desaparecidos e entre 795 e 822 tanques perdidos. Do lado aliado, 73.000 mortos, 240.000 feridos, 15.000 desaparecidos — e 1.756.000 prisioneiros.
Foi uma vitória rápida, grande e completa. A França lutou: os 73.000 mortos aliados em seis semanas dizem isso. A pergunta nunca foi se o plano funcionou, e sim o que exatamente funcionou.
VereditoPor que deu no que deu
O que a Alemanha aplicou em maio de 1940 não foi uma doutrina: foi um plano específico, para um inimigo e um terreno, rejeitado pelo próprio alto-comando, cujo autor foi afastado do planejamento, e adotado só em 24 de fevereiro de 1940 por intervenção de fora da cadeia de planejamento. A vantagem não estava no material — os Aliados tinham mais tanques e quase o dobro de canhões —, e sim em onde as peças foram postas: metade dos tanques alemães num eixo só, contra o ponto onde o adversário tinha divisões de reservistas e nenhuma reserva atrás.
O plano dependia de um lance aliado, e o lance veio: as melhores forças móveis francesas correram para o norte, contra a advertência de Alphonse Georges. E a decisão em Sedan saiu de algo que nenhum plano prevê — uma divisão sem telefone abandonando posições intactas por causa de tanques que estavam a mais de doze horas de distância, e um contra-ataque que chegou minutos depois do adversário.
Nada disso foi sorte: concentrar metade dos blindados, atravessar os Ardenas e cruzar o Meuse é execução de altíssimo nível. Mas, em termos de xadrez, não foi uma escola de jogo aplicada de cor. Foi uma preparação caseira contra um adversário específico, que o jogador decidiu usar naquela partida — e que o próprio treinador tinha reprovado.
MitosO que se conta e o que o registro mostra
- O que se conta
Em maio de 1940 a Alemanha aplicou uma doutrina chamada Blitzkrieg.
O que o registro mostraO que foi aplicado foi um plano, o de Manstein, que o alto-comando alemão rejeitou como "ousado demais" e só adotou em 24 de fevereiro de 1940, depois de Hitler intervir. Karl-Heinz Frieser sustenta que o pensamento hoje chamado Blitzkrieg só se formou depois desta campanha: consequência da vitória, não causa dela.
- O que se conta
A França caiu diante de uma máquina de guerra materialmente superior.
O que o registro mostraEm 10 de maio de 1940 os Aliados tinham 13.974 canhões contra 7.378 alemães, e só a França tinha entre 3.383 e 4.071 tanques contra 2.445 alemães. A única superioridade material alemã clara era aérea. A diferença esteve na concentração: 1.222 tanques num só grupo, num só eixo.
- O que se conta
Em Sedan, a Luftwaffe pulverizou as defesas francesas.
O que o registro mostraOito horas de bombardeio, cerca de 3.940 surtidas, e nenhuma casamata destruída por acerto direto; 56 baixas francesas. O estrago foi nos cabos de comunicação e no moral: os artilheiros abandonaram as posições, e na mesma noite a 55ª Divisão recuou por causa de um boato sobre tanques que só cruzariam o Meuse às 07:20 do dia seguinte.
PerguntasPerguntas frequentes
Quanto tempo durou a queda da França?
Cerca de seis semanas: a Alemanha atacou no oeste em 10 de maio de 1940, a França assinou o armistício em 22 de junho, em Compiègne, e a campanha terminou em 25 de junho.
Por que a França perdeu para a Alemanha em 1940?
Não por falta de material, e sim pela posição das peças. A Alemanha concentrou metade dos tanques num eixo só, pelos Ardenas até Sedan, enquanto as melhores forças móveis aliadas avançavam para o norte, na Bélgica. Em Sedan, a defesa francesa se desfez antes de o primeiro tanque cruzar o Meuse.
A Alemanha tinha mais tanques que a França em 1940?
Não. A Alemanha entrou com 2.445 tanques; só a França tinha entre 3.383 e 4.071, conforme a contagem. Os Aliados também tinham 13.974 canhões contra 7.378 alemães; a única superioridade material alemã clara era a aérea.
Quantos soldados morreram na queda da França?
Do lado alemão, 27.074 mortos, 111.034 feridos e 18.384 desaparecidos. Do lado aliado, 73.000 mortos, 240.000 feridos e 15.000 desaparecidos, além de 1.756.000 prisioneiros.
Quem planejou o ataque alemão na queda da França?
Erich von Manstein, com a ideia de atravessar os Ardenas, cruzar o Meuse em Sedan e correr para o mar. O alto-comando a rejeitou como ousada demais; depois de Hitler intervir, Franz Halder a reescreveu como diretriz em 24 de fevereiro de 1940.
Episódio em produção
MaisLeia também
- Episódio 04 · Segunda Guerra Mundial, 1939A campanha da Polônia1º de setembro a 6 de outubro de 1939
- Episódio 17 · Segunda Guerra Mundial, 1944–1945Ardenas16 de dezembro de 1944 a 25 de janeiro de 1945
- Episódio 07 · Segunda Guerra Mundial, 1940A Batalha da Inglaterra10 de julho a 31 de outubro de 1940
FontesFontes
- Battle of France — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Manstein Plan — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Battle of Sedan (1940) — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Dyle Plan — Wikipédia em inglês. — en.wikipedia.org
- Panzergruppe von Kleist — Wikipédia em francês, citando Jean-Yves Mary (2009) e Karl-Heinz Frieser (2003). — fr.wikipedia.org
- Karl-Heinz Frieser, The Blitzkrieg Legend: The 1940 Campaign in the West (citado pela Wikipédia em inglês).
Imagens
- Fig. 01 — Coluna da 6ª Divisão Panzer na França, 1940. À frente, um Pzkpfw 35(t) capturado do exército checo; atrás, Pzkpfw IV e Pzkpfw II.: Erich Borchert · Imperial War Museums, HU 111379 · Domínio público
- Fig. 02 — Sedan e a volta do Meuse na carta do Army Map Service, França e Bélgica 1:50.000, folha 134 Mézières (revisão de 1943). Foi neste trecho do rio que a defesa francesa se desfez em 13 de maio.: U.S. Army Map Service · Perry-Castañeda Library, Universidade do Texas · Domínio público
- Fig. 03 — Caminhões britânicos em Herseaux cruzam a fronteira para a Bélgica em 10 de maio de 1940: o Plano Dyle em andamento, exatamente como o plano alemão precisava.: Lt. Kessell e Lt. E. G. Malindine, fotógrafos oficiais do War Office · Imperial War Museums, F 4353 · Domínio público
- Fig. 04 — Carro de combate francês D2 numa estrada de floresta, janeiro de 1940. Só a França tinha entre 3.383 e 4.071 tanques, mais que a Alemanha inteira.: Autor desconhecido · Le Miroir, nº 20, 14 de janeiro de 1940 · Domínio público
- Fig. 05 — Bulson, Chémery e Maisoncelle, ao sul de Sedan, na carta do Army Map Service, França e Bélgica 1:50.000, folha 149 Le Chesne (revisão de 1943). O boato sobre Bulson e a corrida pela crista em 14 de maio aconteceram neste terreno.: U.S. Army Map Service · Perry-Castañeda Library, Universidade do Texas · Domínio público
- Fig. 06 — Prisioneiros franceses do 158º Regimento de Infantaria capturados em Thulin, na Bélgica, em 23 de maio de 1940. A campanha terminou com 1.756.000 prisioneiros aliados.: Erich Borchert · Domínio público
